A coragem, o amor que existe em nós, o direito, a vontade de criar, permitem a ideia de construção de um mundo em liberdade e uma vida feliz numa terra sã e maravilhosa.
Mostrar mensagens com a etiqueta Juntas Médicas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Juntas Médicas. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
VAI A UMA JUNTA MÉDICA DE INCAPACIDADE A PORTALEGRE?
É DOENTE VAI SUBMETER-SE A UMA JUNTA MÉDICA?
ACHA QUE TEM CONDIÇÕES
PARA TER UM ATESTADO DE INCAPACIDADE MULTIUSOS?
MAS SEM EXPLICAÇÃO NÃO LHE É ATRIBUÍDA?
CONTRA A EXPECTATIVA SAI INSATISFEITO?
VAI RECLAMAR NO LIVRO AMARELO?
RECLAMAR NO LIVRO AMARELO
É ABSOLUTAMENTE INÚTIL
SE TIVER RAZÃO NINGUÉM LHA VAI DAR
É PERDER TEMPO!
EU RECLAMEI HÁ MAIS DE 18 MESES
E NEM DECISÃO NEM QUALQUER INICIATIVA
NADA DO QUE A LEI PREVÊ FOI FEITA
CONSELHO: EM CASO DE DÚVIDA RECLAME SEMPRE
MAS RECLAME HIERARQUICAMENTE
E OLHE OS PRAZOS
CUIDADO, NÃO SE DEIXE ENGANAR
NÃO PERCA TEMPO
NÃO ANDE DE ENGANO EM ENGANO
JÁ PEDI UMA AUDITORIA A ESSE SERVIÇO
NINGUÉM FAZ
TODO O CUIDADO É POUCO
EU VOU DESLINDAR O QUE LÁ SE PASSA
DÚVIDAS, QUEIXAS, CONSELHOS, CONTACTE-ME:
91 660 19 74
EU ESTOU A ORGANIZAR UM TRABALHO
E TODAS AS INFORMAÇÕES
SERÃO ESTUDADAS
É IMPORTANTE PERCEBER O QUE SE PASSA
NA UNIDADE DE SAÚDE PÚBLICA DE PORTALEGRE
E O QUE ACONTECE COM AS JUNTAS MÉDICAS
OS CIDADÃOS TÊM DIREITO A SABER
OS CIDADÃOS TÊM QUE CONHECER A VERDADE
COOPERE...
terça-feira, 3 de maio de 2016
PEDIDOS DE INTERVENÇÃO
SOCORRO...S.O.S
AQUI DOENTE
"O pensador é antes de
tudo dinamite, um
aterrorizante explosivo
que põe em perigo o
mundo inteiro"
Nietzsche
Enquanto a Excelentíssima Senhora Doutora Presidente da Junta Médica de Incapacidades Distrital (Multiusos ou para efeitos fiscais) me deu de receita para a minha ansiedade por ver rectificada a minha reavaliação e assim poder dar rumo distinto à minha vida, ESPERAR, e crendo em altos e baixos, ora que seria assunto fácil, ora que havia maldade na loja, decidi que devia ocupar a minha espera, que nunca percebi até onde podia chegar, enviando pedidos de intervenção a Entidades Públicas e Privadas, dito de outro modo, pedindo socorro, e contando sem omissões o que se estava a passar
(Gostava de ter em mãos o conhecimento em termos de facto e de direito da amplitude e natureza jurídica da palavra "ESPERAR", e essa definição solicitei a Sua Excelência a Senhora Doutora Presidente das Juntas Médicas da Unidade de Saúde Pública de Portalegre, tendo mesmo referenciado se seria por dias, por meses, por anos, ou por toda a vida. Sua Digníssima é médica, deveria estar atenta aos estados de alma dos seus pacientes, conhece o que é ansiedade, depressão, mudanças de comportamentos, sofrimento em geral, mas nada disso tocou seu coração, e nunca me respondeu.)
De certo modo a ESPERA a que me condenou a Dígníssima Presidenta das Juntas Médicas de Reavaliação de Incapacidades do Distrito de Portalegre, Unidade de Saúde Pública de Portalegre, foi proveitosa em múltiplas direcções. Uma delas que me custa mencionar, numa mulher, enfim, é a falta de consideração, de respeito, de educação e a falta de humanismo. Espere, espere, espere, nada mais ouvi da sua boca depois de lhe ter entregue os abençoados Relatórios que me recomendou e de nada valeram. E se disser o contrário, direi que mente. Os cobardes mentem muito quando se sentem atrapalhados. Tanto que ficam descapotáveis, quer dizer, descobrem-se. Denunciam-se. Mas, dizia eu, enquanto fiz o que a Douta Senhora me mandou, e dada a abundância que tem a alcance da sua ordem, pude, com o passar dos dias, enviar cartas a entidades Públicas e Privadas. E, socorrendo-me de meios informáticos cheguei a trocar emails com Órgãos de Governo. Foi uma experiência muito rica. Fiquei mais conhecedor do funcionamento das Instituições, e nalguns casos tiveram por resposta mensagens tão interessantes que as irei comentar também em sede própria.
Creio que vai ser uma parte bem mais interessante que este arrazoado de carpir mágoas e apresentar queixinhas. Aqui em Portalegre ainda reina um feudalismo atípico, que oscila entre os dólmens ou antas e menhir que encontramos pelos arredores e o gordinho D. João III, junto ao Tarro, que em conluio com a Santa Inquisição deram conta de muitos milhares de corpos para assar em fogueiras. Aqui, nesta cidades de castas, de famílias, modernizada com partidos políticos e outros interesses tocar no poder instituído é pura perca de tempo.
Mas recordo a Excelentíssima Senhora Doutora Presidente das Juntas Médicas que numa outra Junta Médica de igual ou maior exigência, uma outra Junta Médica, também composta por três médicos, me aposentou por invalidez. Não me estou a queixar, nem a comparar a complexidade de cousas que desconheço, mas apenas a referir que tempo é o que mais tenho, sem saúde, mas disso não quer saber a senhora. E o tempo foi sempre meu amigo. Sabe Excelência o tempo sempre acaba por mostrar a verdade. Não sabia? Fique descansada, desta vez leve o tempo que durar - só a cadeia ou a morte já afirmei me tolhem o caminhar - e posso muito bem seguir o seu DOUTO CONSELHO ----------- ESPERE. E espero.
JÁ TENHO ALIADOS... CONTRA O MAL
UM ABRAÇO
QUE DÁ A VOLTA AO MUNDO
Agradeço a ajuda que me prestaram - não farei comentários - as imagens que me enviaram / indicaram falam por si e são motivo de reflexão
Agradeço também os contactos. Agradeço que pessoas que se consideram vítimas não temam em me contactar, eu nunca revelarei as fontes, isto é, quem me contou a sua experiência, ou aqueles que me enviam informações, nunca serão por mim reveladas.
E deixo meus contactos já que tive conhecimento de mais pessoas que me querem contactar:
pruivodacruz@gmail.com
916601974
p.alcobiadacruz@hotmail.com
(tem pouca utilização)
Toda a ajuda será preciosa. Obrigado. Um grande abraço
"O pensador é antes de
tudo dinamite, um
aterrorizante explosivo
que põe em perigo o
mundo inteiro"
Nietzsche
sexta-feira, 29 de abril de 2016
OBRIGADO MEU DEUS, VOCÊ ESTAVA DO MEU LADO
DEUS
EVITOU UMA TRAGÉDIA

QUEIXA: PAC0000003 / 2016.04.29
Muitas vezes o ser humano é confrontado com a dúvida da existência de um ser Divino, Senhor de Todas as Coisas,
da Vida e do Universo
que é Amor, Justiça, Perdão,
a quem chamamos Deus.
Mas eu afirmo, DEUS EXISTE,
e sem ele naturalmente minha vida não haveria de voltar a ter rumo, nem energia, nem resistência.
Ele estava do meu lado nessa Junta Médica, e evitou uma eventual tragédia, atordoando o meu entendimento, não tendo conseguido perceber exactamente o valor da minha valoração, nem mesmo depois de mostrar o documento a outras pessoas e do ter nas mãos bastante tempo.
Honestamente não sei o que poderia ter acontecido se percebo claramente o coeficiente que aqueles médicos a quem eu cortêsmente agradecera, me tinham atribuído. Mesmo depois de terem em sua posse os documentos dos especialistas declarando eu me achava "piorado".
Eu ia preparado para tudo o que a racionalidade e a lógica nos indicam, e pensando que ao facto de me encontrar pior, declarado por especialista que sobre a matéria tem maior conhecimento que os Excelentíssimos Médicos que compõem a Junta Médica de Diminuição de Incapacidade, ia preparado para uma subida, nem que fosse mínima.
O Princípio da Incerteza revelou-se aqui de modo claro, o que hoje é verdade pode não ser amanhã. E os títulos académicos e os doentes de nada valem, bastando para isso uma manifestação da razão da força das "autoridades", de uma força impune que faz o que lhe dá na real gana e lhe sobra em tempo e vagar.
Afinal meu entendimento atraiçoou-me e o que entendi, e aceitei tranquilo ser 0, 640, o que pressupunha uma aceitável subidinha no meu processo de evolução de incapacidade, na realidade trata-se de 0,604.
0,604
0,604
Dá para entender?
Tem alguma coisa de lógica?
Sabedoria?
Será que os doutos membros da EXCELENTÍSSIMA JUNTA MÉDICA têm a real noção do que me fizeram - excluindo as eventuais ilegalidades, erros, ou maldades que originaram a engenharia matemática para alcançar aquela valoração?
Eu sou doente, encontrava-me extremamente debilitado, cansado, sem ideais, sem rumo, sem gosto pela vida, sem uma acção ou uma ideia de futuro, indiferente à existência ou não de vida ou de futuro, deprimido, ansioso, cansado, sem dormir, com idealização de morte.
Quando me apercebi no documento desse nefasto 0,604 caí. Queria assimilar, entender, mas não entendia nada. A racionalidade abandonou-me, e deitei a toalha ao chão, sofri imenso, e disse para mim mesmo, desta vez não vai haver falhas, amanhã compro uma corda e me enforco. E fiquei sem qualquer animo, derrotado, vencido, sem poder compreender, ou aceitar o que poderia estar escondido por detrás de tão tenebroso acto.
Fui deitar, aprendi a quando estou à beira do abismo, quando não encontro saída, a me deitar na cama e aí a pouco e pouco recupero forças, pedindo perdão a Deus pelos meus actos, pelos meus pecados, pela minha imperfeição, e a pouco e pouco Ele como que vem `a minha beira e me dá uma força, me dá uma esperança. E eu volto à vida.
Dessa vez não resultou. Se Ele esteve de meu lado, e não tenho duvidar, a verdade é que não melhorei, senti-me o mais infeliz dos homens, interrogando-me porque toda minha vida tinha sido luta e sofrimento. Com uma quantidade enorme de injustiça.
Voltei ao meu anexo, é a minha casa, onde estou com a minha solidão, e sentei em frente do computador. Mas dessa vez nem o liguei. Fiquei muito tempo a olhar, sem ver. Latejavam-me as fontes, doía-me o corpo todo, chorava, queria desaparecer de qualquer jeito.
De repente veio-me à cabeça uma ideia. Que naquela situação não podia ser nem sensata nem equilibrada, falando comigo mesmo chegara à conclusão que se me matasse no dia seguinte, iria fazer a alegria de alguém, e me perdia sem alguma vantagem. E, eu tinha que tirar proveito do bem mais valioso que Deus me dera e estava disposto a perder, a vida.
Assim, rapidamente alterei o plano A para um plano B, mais sofisticado, mais explosivo em todos os sentidos, mas que se traduzia em morrer, não na solidão de uma casa da lenha, sem ninguém ver, sem nada suscitar, entendi assim que deveria deslocar-me à Unidade de Saúde Pública da cidade de Portalegre, na avenida do Brasil, e aí, relativamente distante mas à vista dos doentes presentes para serem submetidos a Junta Médica, deitaria sobre mim gasolina e chegaria um fósforo. Imaginei o pandemónio generalizado, e seria uma morte tanto de horrenda quanto de conhecida, e tornar-se-ia um caso de Polícia. De investigação. De Sindicância. Seria uma morte útil. Morreria por mim, que não queria viver de modo nenhum, e morreria alertando toda a gente para o que se passa naquele Serviço da Administração Pública. E, a Justiça que parece andar cega mas nem sempre dorme, facilmente se ia colocar a campo, e procurar descortinar...
Ainda bem que tenho Deus na alma, e graças a Ele já não faço parte daquela gente cinzenta que passa pelo mundo mas não chega a viver, eu vivi, eu lutei, eu perdi muitas batalhas e algumas guerras, mas pude obter algumas vitórias. E uma força interior , um grito do Ipiranga veio tocar cada ponto do meu corpo, anunciando, "não morras, LUTA".
Aqueles médicos provocaram-me gravíssimos danos, sofrimento atroz, reduziram a zero a minha já escassa auto estima, provocaram de novo uma intensa idealização de morte que apenas se não concretizou por não possuir os meios na altura, descontrolaram todo o meu sistema nervoso, deixei de dormir, e passei por variações de humor sempre delicadas e de resultados imprevisíveis. Esses danos, segundo a justiça, devem ser alvo de uma investigação e justamente deveriam ser reparados.
Aqueles médicos provocaram-me gravíssimos danos, sofrimento atroz, reduziram a zero a minha já escassa auto estima, provocaram de novo uma intensa idealização de morte que apenas se não concretizou por não possuir os meios na altura, descontrolaram todo o meu sistema nervoso, deixei de dormir, e passei por variações de humor sempre delicadas e de resultados imprevisíveis. Esses danos, segundo a justiça, devem ser alvo de uma investigação e justamente deveriam ser reparados.
E, só pode ser Deus, tudo isto se passou na tarde do dia da famigerada Junta Médica. De repente o doente ergueu-se, deixou a hibernação, e declarou guerra a toda essa trama que ocorrendo comigo, ninguém pode garantir que não acontece mais vezes. É fácil espezinhar os pequenos, é cobarde, mas é fácil, derrubar os incapacitados e doentes, desorientar os fragilizados. Os tiranos e os cobardes agem assim.
0,604
Este número vai ficar na história suja da Unidade de Saúde Pública de Portalegre, será uma mancha em gente que pensei imune à perfídia, à intriga, e que tinha por gente de bem.
Como já escrevi em outro lugar, não luto por mim, isto é, não busco que seja alterada a minha valoração, esses Médicos nem os desejo ver mais pela vida fora, dão-me asco, revoltam-me o estômago. E podem provocar dentro de mim algum comportamento indesejável. Que Deus me acompanhe em momentos desse tipo de risco. Eu luto por todos aqueles que não souberam ou não puderam defender-se e são presas fáceis nas mãos de gente poderosa e sem escrúpulos e são ignorados, desprezados, prejudicados, por gente sem qualquer ideia de humanidade, prepotentes, necessitados de pudor e vergonha na cara.
Uma luta destas, perdoem-me os seguidores da paz, justifica e dignifica qualquer guerra. É uma cruzada contra o mal.
Tenho tudo a ganhar e nada a perder. E tenho uma bandeira que transporta símbolos de valores porque vale a pena dar a vida em sua defesa; a liberdade, a dignidade humana, a igualdade, a solidariedade, a justiça social e os direitos legalmente protegidos.
Que seja uma grande guerra... nós que vamos morrer te saudamos!
"O pensador é antes de
tudo dinamite, um
aterrorizante explosivo
que põe em perigo o
mundo inteiro"
Nietzsche
COM A SITUAÇÃO A PIORAR O CAMINHO É SUBIR
"O pensador é antes de
tudo dinamite, um
aterrorizante explosivo
que põe em perigo o
mundo inteiro"
Nietzsche

Aos meus apostadores tenho que indicar a necessidade de esperar mais algum tempo para ver se algum é contemplado com o prémio do famoso número. Há ansiedade no ar. Eu sei o que é ter ansiedade e a tive também nesta e na outra Junta Médica. Mas a confiança consegue sempre sobrepor-se, quem não deve não teme, e com a verdade chegamos a qualquer lugar e defrontamos o mais poderoso adversários.
Como já vos contei fui "verificado", mas a papelada estava feita e as inúmeras contas já haviam determinado o meu grau de Incapacidade novo.
A Excelentíssima Senhora Presidente da Junta Médica de Avaliação de Incapacidades levantou-se e com um ar simpático me informou que o meu novo grau de incapacidade era qualquer coisa 64.
Admito que na altura julguei ter compreendido assim. O coração tremeu. A tão desejada meta não fora alcançada. Mas Deus estava ali, a meu lado, e consegui esboçar um sorriso, e agradecer aos Excelentíssimos Médicos. E me retirei.
Tinha subido do coeficiente. Não era o que pretendia mas o caminho levava esse sentido. Quem sabe algum tempo depois não viesse a subir depois.
Ainda me despedi de alguns colegas que ali se encontravam e fui directo para casa. Não ia feliz, é verdade que não conseguira o óptimo, mas, conseguira saltar um degrau. Os médicos foram simpáticos e de certeza tinham feito o melhor que podiam em face dos documentos entregues. Confiava neles. Via neles gente humana, bem formada, consciente, tecnicamente bem preparados, responsáveis.
Felizmente temos gente humanizada a cuidar de seres incapacitados, doentes, vulneráveis. Muito tem mudado em Portugal.
E quando cheguei a casa disse de um modo sereno a quem me questionou sobre como me tinha corrido a Junta Médica que subira de 0,630 para 0,640.
Fez-se justiça. a seguir fui almoçar...
Etiquetas:
Grau de Incapacidade,
Juntas Médicas,
Justiça,
Médicos
Novo coeficiente de Incapacidade determinado pela Junta Médica
COM A SAÚDE A DEGRADAR
COEFICIENTE A AUMENTAR
(SÓ PODE)
Quando chamado, apresentei-me perante os Excelentíssimos três Médicos que compunham a Junta Médica de Reavaliação de Incapacidades. Sentei-me. Questionaram-me se estava pior. Fiz a habitual pirueta com braço para ser verificado o estado da fractura da clavícula em serviço. E um dos médicos perguntou-.me como estava de diabetes. Lembrei que tinha ido dias antes à urgência do Hospital José Maria Grande na cidade de Portalegre e levava comigo, por casualidade, já que não me foi solicitado qualquer tipo de documento para apresentar, e fiz entrega das análises, bem como, - confesso não estar seguro - mas consta do relatório que me enviaram, dois Relatórios do serviço de Imagiologia que entretanto tirei naquele mesmo Hospital.
De todo o modo, o que havia a decidir já estava decidido, e tinha por base os dois Relatórios de Especialistas que iam apensos ao Requerimento a solicitar a nova Junta Médica. Os médicos mostraram-se lúcidos e colaborantes, amigáveis até, - sempre fui trabalhador naquela casa 40 anos - e nada existia que pudesse levantar entre nós qualquer espírito de animosidade. Pelo contrário.
Etiquetas:
Autoridades de Saúde,
Grau de Incapacidade,
Juntas Médicas,
Médicos,
Saúde,
Saúde Pública
DEVEMOS ACEITAR SEMPRE A VERDADE...
EXISTE UMA VERDADE UNIVERSAL
QUE NÃO É NECESSARIAMENTE A MINHA
PODENDO NÃO SER TAMBÉM A DO OUTRO
Amigos, estou em condições de contar aqui a VERDADE, uma boa verdade já que é inquestionável e aceite por todos.
É o que realmente aconteceu, irrefutável, tão certo como as certezas que hoje existem que a Terra se move em torno do Sol. E o que aconteceu não suscita dúvidas, receios, pensamentos e meditações, muito menos qualquer acto de repulsa, de inconformidade.
O que tem de ser, diz o povo com toda a razão, tem muita força. Tudo isso concluí quando serenamente cheguei a casa depois de me submeter à já famosa Junta de Reavaliação de Incapacidades. Tudo correu dentro do quadro que eu previra e mencionarei em seguida, os Excelentíssimos Doutores foram criteriosos, humanos respeitadores e decidiram em conformidade com a lei e a razão. Fez-se justiça. Cheguei a casa aliviado de um peso que trazia à algum tempo sobre as costas e na alma, e aceitei com um sorriso e agradecendo aos Digníssimos Doutores o seu trabalho e aceitando o que sabiamente decidiram.
Sempre valeu a pena uma noite mal dormida, conversando e dialogando com meu Deus, que me fortaleceu e me fez encarar a realidade com cortesia, com educação, agradecendo aos que me fizeram a peritagem, com um "muito obrigado"
quarta-feira, 27 de abril de 2016
QUEM DEFENDE OS DIREITOS DOS MAIS FRAGILIZADOS / DOENTES?
GUERRA À TIRANIA DISCRICIONÁRIA IMPUNE
QUEIXA: PAC0000001/2016.04.27
(Preâmbulo)
A incapacidade atribuída a um doente, decidida através de uma peritagem realizados por três médicos de Saúde Pública, tem efeitos fiscais. Isto é, se o doente obtiver na Junta de Médica de Avaliação de Incapacidade, uma incapacidade superior a 0,600, de acordo com uma valoração discriminada no Diário da República, terá benefícios em sede de IRS e poderá anualmente beneficiar de isenção de pagamento de Imposto de Circulação automóvel.
Para o efeito o doente tem de contactar uma Autoridade de Saúde Pública, (normalmente a da área da sua residência) que com base no relatório do seu médico de família, e de médicos especialistas, elabora um Relatório que vai acompanhar o requerimento do doente dirigido ao Coordenador da Unidade de Saúde Pública de Portalegre solicitando que seja admitido a Junta Médica de Incapacidade.
Requeri em 28 de Agosto de 2012 que fosse submetido a Junta Médica de Avaliação de Incapacidade. Acompanhavam o meu pedido o Documento formulado pela Autoridade de Saúde com o resumo da história / Exame objectivo e 4 Relatórios Médicos de especialidades distintas.
Em circunstancias normais o período que medeia entre o requerimento solicitando a realização da Junta Médica e a sua realização, está estabelecido em cerca de dois meses. Contrariamente ao usual, o requerente foi notificado para comparecer na Unidade de Saúde Pública de Portalegre a fim de ser submetido a Junta Médica de avaliação do grau de incapacidade para efeitos fiscais em Março de 2013, isto é, mais de seis meses ao que é normal, e segundo creio, faz parte das regras legalmente enlencadas no procedimento de Avaliação de Incapacidades.
Junto à notificação, Suas Excelências solicitam que leve dois Exames Auxiliares de Diagnóstico e um relatório emitido por um ortopedista ou um Fisiatra.
No dia 14 de Março de 2013, cumpridas todas as regras estabelecidas, e munido dos documentos que me foram solicitados, apresentei-me e fui "verificado", à vista e em face de todos os documentos médicos e Exames efectuados. No fundo tal "inspecção, é pouco mais que um pró-forma, pois o modo imediato como me foi facultado o documento, a necessidade de complexas contas, e consultar a listagem de doenças, fazem-me pensar, que antes de entrar, já estava oficialmente examinado.
Foi-me atribuído um Grau de Incapacidade de 0,630. Diria que, fora o atraso de cinco meses de espera, ao invés dos dois que ocorreram a pessoas que conheço e requereram igual Junta Médica, foi feito uma apreciação justa.
Pelo menos os benefícios fiscais compensam, mais ou menos, o que gasto em saúde, consultas, exames médicos e medicamentos num ano fiscal.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





















































