sábado, 3 de setembro de 2016

ALGUNS TÃO AMIGOS E PECULIARES PARECE QUE SE TRANSFORMAM NO PRÓPRIO CARRO DESVAIRADO



A máquina satânica tudo corrói...

















... monumentais e descontrolados veículos parecem querer saltar dos carris que os prendem à demoníaca montanha famigerada para sem tino nem direcção saírem disparados pelos ares com tal força, cuja violência os arremesará, sem dúvida, até perder de vista.

Corpo são e grandeza tiveram aqueles que conseguiram olhar, ver, e pular do carro medonho enquanto havia tempo. E muitos deles, depois de tudo o que puderam enxergar entraram nos seus Gabinetes e não podendo esquecer, tomaram decisões, enviaram comendos , comunicaram com outros, isto é, accionaram, com os seus poderes e dentro deles, o que num estado de direito legítimo acabaria por se traduzir em decisões, resoluções, apuramento das ocorrências, e se necessário, aplicação da justiça, em nome da moral, da ética, e da verdade.

Outros como já foi explicado, ou pelo medo, ou pela situação física, ou por terem deixado passar o tempo certo para fugir dali ficaram retidos, aprisionados, perdendo-se depois de tudo ver, na voragem trucidante dos movimentos maquiavélicos daquele engenho, nos rodopios, nos vai a cima e volta para baixo, cai, e pula, tudo isto com uma vertiginosa velocidade que parecia desafiar os mais elementares princípios da física.




Sua Excelência o Senhor Director Geral de Saúde, muito conhecido dos portugueses por se ter mostrado um insistente propagandista da famosa vacina da gripe por todos os meios e muito disponível nas televisões, garantindo aquele elixir salvador, que mais tarde os mídia, na sua já tradicional bisbilhotice irresponnsável anunciaram tratar-se afinal de um produto nefasto.

A ser verdade o povo português mostrou uma vez mais porque tem a força que tem, e muita, na sabedotria popular, e mandou às malvas a duvidosa vacina.




Pois sua Excelência conseguiu escapar por duas vezes à montanha russa, mas nunca conseguiu afastar-se o suficiente para que as forças que o fatídico divertimento de morte o não sugasse e caiu desamparado dentro de um carro. Até se segurar, andou aos tombos, daqui para acolá, salto, agarra, e o pobre coitado lá ficou como os demais estonteado, dorido, medroso, caído fazendo das forças que lhe restavam o modo de não ser catapultado para o universo, e caísse porventura em cima de alguma estrela.

Sabe-se que Sua Excelência é conhecido e tem as suas amizades, é companheiro, e tem da saúde pública uma visão messiânica, pelo que olhando, cada vez que podia para o que ocorria, reconhecendo gente, vendo amigos, companheiros de labor, deixou-se ficar caído no fundo de um carro, e assim se sentia mais protegido, nada sabendo, nada vendo, não tendo nada a ver com coisa nemhuma, também menos receoso estava de cair ou de sofrer de e com tanto pulo.

Mas Sua Excelência estava condenado a permanecer por muito mais tempo nesta diversão do diabo que gente amiga tinha concebido e por artes malignas tinham posto em movimento. O pobre homem não tem sorte nenhuma. Logo agora que a vida corria de feição uns colegas de "métier" lembram-se de achincalhar um doente, fazer uma junta médica sem pés nem cabeça, só por não gostarem do doente, e ele agora tinha que pagar as favas. Que chatice. Estava do lado dos colegas e nunca respondeu ao desesperado doente que duas vezes lhe enviou reclamações. Fez orelhas moucas. Mas não bastando isso, chatice e mais aborrecimento, um grande lhe enviou uma ordem, por escrito - não se sabe como o foi apanhar nos labirinticos percursos da máquina de trucidar tudo - ordenando-lhe que tratasse do assunto e informasse o doente e da situação alcançada enviasse cópia para - quem pode manda - lá em cima se pudesse ver o que resultyava daquela infeliz trapalhada, nada boa.




Como vemos Sua Excelência, acredito, nem quer já que o carro dele pare, enquanto vai girando vai passando o tempo e faz de conta que não conhece, nem pode conhecer, está no inferno e pronto, e estar num sítio desses justifica que se não faça o que se lhe ordena. Por isso, Sua Excelência ainda deve soprar não vão os dispersos carrinhos lembrar-se de parar, ou os seus colegas por temor e respeito o queiram salvar travando aquelas milhentas engrenagens espalhando fogo e cuspindo lume. Não o que é imperioso é que o carro não páre mais, circule, faça lá o que quiser mas não se lembre de parar e obrigá-lo a ficar com o menino nos braços,

Assim o doente que não descola do seu carro e vai até ao fim do mundo ou até que toda aquela geringonça se quebre dos excessos mecânicos e dos assaltos às regras de segurança e higiene no trabalho sistemáticas, não pode receber a douta decisão do seu colega de castigo, o Importantíssimo e Venerável Director Geral de Saúde, nem pode enviar a cópia ao manda chefe do que não foi feito. Com todas estas contrariedades nem salva os amigos e ainda arranja um imbróglio de todo o tamanho com o seu superior e ainda é alvo de um procedimento ou fica apenso ao processo e passa a ser mais um a dar cabo da saúde mental e da outra ao doente que só ainda não morreu por ter o coração a bater bem. Só isso. O resto é um caos. Para todos.






OS MENOS PODEROSOS CAEM FÁCIL NA MONTANHA RUSSA... É A DOUTA IGNORÂNCIA?





Nesta coisa de andar aos trambolhões no meu carro na montanha russa em vertiginosas velocidades e audácias mais que humanas nas loucuras que os carros são obrigados a fazer perdemos o norte e o sul e esquecemos que somos pessoas, agarrados aonde podemos, lutando por continuar a existir, por ser.

Olhar os outros carros, ver os nossos parceiros de desgraça parece coisa impossível mas em boa verdade por vezes temos a percepção por segundos de um ou outro, ou que dá um pulo e quase cai fora, ou por que simplesmente entra na direcção do meu olhar.

Quando tentei para me salvar puxar uns quantos para a minha aventura trágica desta montanha russa que mais não é que um espelho das tormentas e dos actos e suas consequências praticados por uns médicos que deveriam ter optado por outro ofício antes de virarem a maldade infinita, os ódios fumegantes, a vingança gratuita, ainda consegui entre outros e outras instituições carregar nos carrinhos a Ordem dos Médicos, A Delegação do Sul da Ordem dos Médicos e a sua Delegação de Portalegre.

A Ordem dos Médicos e o seu carismático Bastonário saltaram fora de imediato nas primeiras voltas, quando se deu a fuga e o conhecimento do que se estava a passar pelos mais fortes e com mais potência e poder. Mas a Delegação do Sul e a Delegação de Portalegre, cada um com o seu destino nestas voltas inumanas desta máquina que trucida e violenta todos que nela embarcam, creio que nos seus carrinhos permanecem, e pior ou melhor mas incapazes de fugir, sem forças, exaustos, lá vão circulando nesta pista de morte, neste imbróglio mecânico semeado de lixo.

A Ordem dos Médicos por duas vezes enviou a minha reclamação para a Delegação dos Médicos do Sul. Entende-se, existe uma distribuição na acção pelos departamentos existentes nas suas regiões de intervenção e representação no país. E A Delegação do Sul escreveu-me lavando as maõs como Pilatos dizendo que não tinha nada a ver com a situação, o que quer dizer que o que os médicos façam de ilegal ou não, não são coisa sua. E assim protegem os seus associados e companheiros. Nem outra coisa seria de esperar. Mas como reclamei de novo, Sua Excelência o Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos informa-me que enviou com indicação da minha "insistência" de novo a reclamação para a Delegação de Médicos do Sul, que em relação ao cumprimento rigoroso e boas práticas do Excelentíssimo Bastonário, nada mais disse ou fez. Fechou-se em copas, isto é, branco como a cal lá segur dentro do seu carro agoniada, tonta, sem coragem, medrosa, por lá caída incapaz de se erguer.

E a Delegação de Portalegre a trouxe ao carrinho para demonstrar a mim próprio meus argumentos e minhas ideias. Não falhei. A Delegação de Portalegre simplesmente eclipsou-se, nem disse ter ou não ter algo a ver com o caso, que recebeu ou não recebeu, simplesmente desapareceu do mapa, que existe apenas para festarolas e folguedos. Acho que vai desmaiada no seu carro, impotente, desgraçada, quase no fim de uma existência folclórica e para inglês ver.









sexta-feira, 2 de setembro de 2016

PESSOAS EXISTEM TÃO TORPES QUE SÃO COMPARADAS A MONTANHAS RUSSAS ASSASSINAS




A RACIONALIDADE NÃO CHEGOU LÁ...

... MAS ELA FOI IMAGINADA PARA DESTRUIR

PARA DESTROÇAR, CORPOS E ALMAS

DESTRUIR, ESPEZINHAR, ARRUINAR

UNS SATÂNICOS CONSEGUIRAM INVENTÁ-LA

E A MONTANHA RUSSA SERVE O MALIGNO




DESAPARECEU... IMAGINO QUE ESTÁ DESMAIADO NO INTERIOR DE UM CARRO








A montanha russa imaginada e envolta em crueldade e poder destrutivo continua a criar vítimas e a trucidar e enlamear cada vez mais pessoas e instituições. Os famigerados médicos fora da lei acabam por estender a irresponsabilidade dos seus actos num leque que já ultrapassa em muito a minha própria pessoa:


TIRANOS À SOLTA CRIAM MONTANHA RUSSA ESFOMEADA QUE TUDO DEVORA


Consegui puxar para o interior da montanha russa logo que esta começou a girar com cada vez mais velocidade o Senhor Presidente do Grupo Parlamentar de Saúde, que recebera a minha reclamação através de Sua Excelência o Senhor Presidente da Assembleia da República. E fomos entre os demais arrastados na voracidade infinita da maquina infernal que os médicos despoletaram com seu trágico e infeliz acto inquinado de erros e infracções, girando e fazendo llopings temíveis e contra natura, com curvas para um e outro lado, com subidas e descidas, com pulos e saltos, tudo em vertiginosa velocidade e descontrole dos carros sobre os carris que os pareciam querer largar no infinito.

E sua Excelência o Senhor Presidente do Grupo Parlamentar de Saúde na A. R. ou por profunda incompetência única justificação para não conhecer sequer o que cabe ao seu sector, ou para proteger os médicos que com muitas probabilidades serão do seu partido e são da sua terra, enviou a minha reclamação para um outro Grupo Parlamentar que nada tinha a ver com o meu problema. Dito de outro modo, ou propositadamente ou por asneira a minha reclamação foi desviada e ficou no mais profundo segredo e esquecimento.

Escrevi a Sua Excelência com uma carta em que fundamentava em termos de facto e de direito que as Juntas Médicas de Avaliação de Incapacidades são efectuadas por médicos de saúde pública, nas Delegações Regionais de Saúde, tuteladas pela Direcção Geral de Saúde e tendo como hierarquia orgânica as Ulsnas, E.P.E, razão bastante para serem seguramente actos enquadrados nas funções e atribuições do Ministério da Saúde. Manifestei também estranheza pelo seu desconhecimento das atribuições do Ministério que Preside em Grupo Parlamentar, e coloquei reservas se não estariam presentes protecções ao poder da cidade, aos amigos e compadres, e por tudo isso a reclamação, que era assunto do seu Grupo, tinha sido deitada fora para outro Grupo.

E o pobre deputado aparentemente não aguentou as pressões da vida, misturadas com o cargo de Presidente, as ambições de carreira, e a velocidade intempestiva do carro dele que fazia piruetas na montanha russa. Mais uma vítima das tropelias tontas dos médicos brincalhões que imagino deve estar desmaiado dentro do seu carro, pois o não vi sair nem saltar, tendo ideia que deve andar aos trambolhões no infernal percurso que só a satânica imaginação de mentes sórdidas e infelizes podia imaginar.

Creio que desmaiou, depois do entusiasmo com que me enviou a informação que tinha aliado a carga enviando a reclamação para outro grupo Parlamentar que nada tinha a ver com o assunto, e perante a reclamação mais minuciosa que lhe enviei remeteu-se ao mais profundo silêncio. A democracia engasgou-se, o pluralismo ficou com tonturas, a imparcialidade saiu sob a forma de um vómito esverdeado, e a responsabilidade para com os cidadãos ficou suspensa enquanto durar o desmaio.

Essa máquina odiosa estraga a vida a tanta gente, Irrita. Alguns ficam verdes de raiva, outros explodem batendo em si próprios e outros gritam e dizem palavras que a prudência convida a calar.

E a montanha russa como máquina que nunca está satisfeita de trucidar, devorar, destruir continua girando, liquidando almas, torturando pessoas, provocando danos físicos e morais, incomodando amigos e notáveis, é uma maquineta que me parece já nem se submete aos seus criadores e agindo por si próprio alinha no fim para que foi criada, arrasar tudo. E continua ininterruptamente girando.





Sua Excelência o Senhor Presidente do Grupo Parlamentar da Saúde, deputado José Matos Rosa, ex- Presidente do Partido Social Democrata e ilustre cidadão de Portalegre, cidade onde se processaram os actos fraudulentos dos médicos e o comportamento inadequado dos mesmos. Espanta-me o seu silêncio desde que conheceu ser competência do Órgão que dirije na Assembleia da República a área a que corresponde o meu problema. Provavelmente nem o Ilustre portalegrense conhece o direito de resposta, nem lhe interessa dar andamento ao meu processo, nem estará nos seus planos virar-se contra amigos e possíveis correlegionários. Outros defendem que simplesmente nada faz por estar em estado desesperado no carrinho da montanha russa, desmaiado, sem sentidos, ausente do mundo e da realidade. Deus nos valha...

PÁLIDA E COM VERTIGENS SEGUE AGARRADINHA NO SEU CARRINHO...




A MONTANHA RUSSA VAI MINANDO CADA UM...


Como eu disse anteriormente, comigo ficaram aprisionados na montanha mágica diabólica alguns que consegui lá colocar, para morrendo, não estivesse sózinho, e tivesse testemunhas da maldade e da má fé com que algumas tristes autoridades de saúde praticam o seu ofício atropelando propositadamente e contra as leis os doentes e incapacitados que deviam avaliar nas juntas médicas.

A montanha russa é uma loucura absoluta, e os seus movimentos nada têm de distracção afigurando muito mais movimentos extremos de destruição. Os carros andam desgovernados acima e abaixo, a velocidades indescritíveis, rodam e pulam, viram e sobem, descem e curvam de novo, sempre a fundo, a espalhar faúlhas que saltam dos rodados metálicos e parece transformar aqueles veículos em pássaros de fogo.

Depois da saída com maior ou menor dificuldade de muitos que viram o que tinham que ver e conseguiram sair, ficaram os que não aguentaram a violência daquela máquina ao serviço dos médicos satânicos, que parecia ter espírito e entendimento e lhes devia obedecer cegamente. De modo que os tripulantes estavam derreados, destroçados, amarelos, pálidos, vomitados, urinados, de bruços, de cóqueras, e cada um fazia pela vida cuidando de a tudo recorrer para não acabar na turbulência que os actos criminosos sempre provocam nos justos.

Entre um companheiro de descontentamento e sustos estava a Administração Regional de Saúde do Alentejo. Tentou desesperadamente dar o fora, saltar, mas todos os esforços foram em vão. Continuam aprisionados dos feitos trágicos e obscuros dos médicos que acabaram criando um mundo imaginado no formato de uma faminta e algoz montanha russa que a todos tentou liquidar.

A desgraçada depois de me enviar uma carta em que se descartava e dizia nada ter a ver com o meu caso, já leva alguns meses, descobriu-se agora, lá está num carro, agachada, pálida, cheia de temor, em desespero. 




É que anteontem recebi uma carta de um governante que experimentou a violência da máquina maligna, e verificando o que se estava a passar me informa:

" ASSUNTO: Exposição sobre Junta Médica fraudulenta e comportamentos inadequados

Encarrega-me Sua Excelência o... de acusar... recebido através do gabinete de Sua Excelência o..., sobre o assunto aciam mencionado, à qual foi dada a devida atenção.

Mais se informa V. Exa. que, após análise foi a mesma, nesta data, remetida para a Administração Regional de Saúde do Alentejo, I.P.

(...)"




Estes médicos têm dado um rebuliço gigantesco entre as hierarquias e a vizinhança. Aqueles que os deviam ter livrado da embrulhada em que se meteram também andam apertados por todos os lados, engolidos na voragem da montanha russa, e empatam, não saltam, não fazem, e agora, para ainda apertar mais, lhes ordenam para fazer o que deve ser feito. Que imbróglio. Como os tempos mudaram. E os senhores doutores devem espumar de raiva, fizeram as asneiras ou mesmo crimes, e hão de me deitar ainda as culpas para cima, que fui gozado, espezinhado, prejudicado, e vítima de pessoas sem quaisquer escrúpulos que tudo fazem fora da lei esperando a rotineira impunidade que desta vez está difícil.

Levou tempo, meses depois ainda incubem entidades e organismos para resolver a situação. São os desgraçados que não sabemos se morrem na montanha russa ou acabam lavando as mãos como Pilatos e acabam por entregar os amigos e salve-se quem puder.

Por isso, e por outras também, quem sabe, de vez em quando, no meio do barulho infernal que fazem os carros correndo sobre os carris, ferro contra ferro, ouvem-se canções de amor, canções de luta, e canções de embalar.



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

NA MONTANHA RUSSA UNS CONTROLAM-SE, OUTROS GRITAM, UNS URINAM-SE, OUTROS DESMAIAM... É O FIM DO MUNDO






Força Centrípeta e Centrífuga em luta



Como escrevi na peça anterior fui como que sugado por uma máquina voraz e temível que depois de andar comigo às voltas, literalmente com a única consequência de me encher de tonturas, de me fazer perder a ideia de mim e do meu espaço, começou soluçando, e depois de cada solavanco a velocidade subia gradualmente, me fazendo perder o norte e às vezes o conhecimento em minha volta, entrando finalmente no que tinha de ser e se espera de uma montanha russa feita pelo demónio, curvas e contracurvas cada vez mais apertadas, mais sinuosas e mais rápidas, e um sobe e desce, um turbilhão de voltas ora me colocando de cabeça perdida no alto, ora quando parecia estar aterrando ocorria nova manobra de diversão.

A montanha russa que os médicos me tinham destinado ia cheia - coisa que os bons médicos, mas fracos nas coisas do saber - não podiam esperar. Eles queriam me endoidecer, a mim e a mais ninguém, queriam me desgraçar a mim e a mais ninguém, queriam rebentar com a minha vida económica e dificultar ainda mais minha vida interpessoal e familiar, mas só a mim. e não a outros. Cada um no seu tempo. Podemos imaginar quantas pessoas desgraçaram e espezinharam nas suas tumultuosas e divertidas cambalhotas. Provavelmente teriam sido muitas. E como a taxa de sucesso devia ser de 100% sugaram-me também. Apenas me queriam provocar um dano irreversível e destruir o meu já de si difícil e atormentado futuro.

Mas cometeram um erro de palmatória, julgaram que os doentes e os incapacitados e os diminuídos e fragilizados eram todos iguais. E por isso espezinhar era coisa normal, sem risco, era mais uma irresponsável leviandade, uma vingança sem humanidade, uma tortura, e comigo, pensaram, nada a arriscar, temos o bicho na ratoeira e foi só aplicar o plano. Acontece que eu, pelas agruras da vida, e tendo ficado ainda jovem sem família, aprendi a lutar nas escaramuças que sempre existem e no apetite sempre voraz que os mais fortes têm em apequenar os mais fracos, troçar deles, os magoar, os espezinhar. E, apesar de ter perdido muitas lutas, perdi poucas guerras, pois normalmente defendia, só ataco quando me atacam e aí aprendi que na resposta se quero vencer tenho de ser rude, bruto, contundente, não dar tréguas. Nunca desistir. Luto sempre sozinho, nunca apelo a ninguém que o faça por mim. Ora, com uma vida de lutas, perante a baixeza reles destes médicos que são a vergonha de uma profissão que devia ser apanágio de humana grandeza, só podia ou submeter-me. - nunca o fiz em toda a minha vida - ou lutar com as energias que tivesse, e levasse a luta até onde fosse necessário, sem nunca desistir, sem mostrar medo. 

De modo que logo que eu percebi a falta de ética e de moral destes profissionais da saúde, e percebi que se iam socorrer de baixezas para se defenderem, como a mentira e invenções, provavelmente aliciando testemunhas, e engordando a vergonha e a vileza, contra ataquei trazendo para os mesmos carrinhos da montanha russa toda a gente e instituições que pude. Tanto iriam girar, ziguezaguear, dar pulos e subir e descer que algum acabaria percebendo que estes movimentos não são naturais, que aqui reside algo de estranho e de maquiavélico e que para se salvar há que, ainda consciente tomar medidas.

Tive de fazer esta manobra de diversão por duas vezes. É que muitos encontrando-se fortes e saudáveis conseguiram escapar, não sei com que artes, pelas sinuosas voltas dos carrinhos na montanha russa. E na segunda vez que os carreguei no carrinho foi um pandemónio, uns zangaram-se, outros sentiram-se incomodados, outros começaram a dar pontapés para o ar, e muitos depois de meia dúzia de voltas motor a fundo que é para endoidar todo o mundo, gritavam sem parar, gritos que faziam dó, de medo, de pânico, de pavor, enquanto outros perderam o controle físico e se urinaram pelos pés abaixo, e houve mesmo alguns que tiveram ataques de pânico, uns que desmaiaram, uns que perderam o tino. Alguns, muito pouco, mostraram coragem, e reagiram a semelhante castigo com serenidade e potência, carácter, tendo a meu lado permanecido, e embora não gostassem do tormento por que eram obrigados a passar quase se adaptaram àquele jogo torpe, dominaram a situação, e ainda me apoiaram.

A montanha russa revelou-se um boomerang para os péssimos servidores da saúde. O Livro Amarelo está debaixo de olhos. Já várias entidades têm processos levantados para o apuramento do caso. Já alguém que a seriedade me obriga a não revelar, enviou a minha reclamação para uma autoridade lhe dizendo para tratar da situação e o informar enviando-lhe cópia de decisão que me facultar.








NESTE CONFLITO DE MECANISMOS E MOVIMENTOS SE DEGLADIAM DUAS PODEROSAS FORÇAS DA FÍSICA; A FORÇA CENTRÍFUGA E A FORÇA CENTRÍPETA...

...e é justamento pela permanente tensão existente entre estas forças, que num sistema perfeito se equivalem mantendo certo o movimento rotativo dos carrinhos em todo o percurso, quer seja em curvas, independentemente do seu grau, como das voltas completas na vertical, em círculo sem cessar. Tendo como resultado prático que os seres humanos em condições normais suportam o movimento rotativo, podendo alguns pela natureza das coisas temerem a velocidade, as inclinações, as descidas bruscas e o llopings. Possivelmente alguns estômagos mais fracos podem acusar um excesso de produtos no vasilhame, mas os riscos são ponderados, e o homem de um modo geral pode e experimenta esses maquinismos que servem de instrução ou simplesmente de divertimento.






Mas se conseguimos arriscar uma aventura por alguns minutos, num maquinismo que foi estudado para ter todos os sistemas de protecção em constante funcionamento, de modo a proporcionar um risco diminuto, que mais será que um susto ou uma indisposição física, já dificilmente conseguimos manter-nos pessoas se no enfiam à força numa máquina que não conhecemos, em que as forças que podem guerrear são todas diabólicas e satânicas e possuem apenas funções de ataque aos utilizadores, desprotegendo-os, colocando-os em graves riscos, e buscando que daquele passeio do diabo a vítima seja despojada de tudo o que fazem um homem ser aquilo que deveria ser. A montanha russa dos algozes da saúde não defendem vidas, nem servem de entretenimento, são máquinas de ódio, de raiva, que apenas procuram destruir, os doentes, os incapacitados, os que facilmente neste jogo miseravelmente desumano vêem a encontrar o fim de si mesmos.

Neste remoinho infernal que é a montanha russa onde me colocaram sem eu querer, ao conseguir arrastar atrás de mim outros que nas estruturas do estado português possuem um lugar e uma força própria, acabei por destruir a estratégia maldosa dos que me fizeram a tal espécie de Junta que qualquer um faria melhor, pois entre aqueles que arrastei comigo alguns mostraram ter força bastante para aguentar aquele nefasto jogo de brincar com o ser humano andando com ele em turbilhão e às voltas, e dele saltaram a tempo, e tomaram posições, decidiram procedimentos, falaram ou contactaram com outros, me contactaram. Valeu a pena desmontar a sacanagem daqueles médicos, que com as suas acções destruíram o que devia ser, ameaçaram gravemente a convivência, atacaram a ética, esqueceram a moral e ignoraram as regras e as leis a que se acham obrigados.

Confesso que não tive forças de sair do meu carrinho e nele continuo em interminantes voltas. Mas o ritmo alucinante não mais foi accionado, nem as curvas loucas e as velocidades impressionantes. É que a montanha russa é conhecida hoje. Nela se tiveram de montar muitos que podiam estar tranquilos em seus lugares tratando de assuntos do seu devir, cumprindo as funções para que foram eleitos ou empossados. Não tenho forças de saltar e o carro não pára, nada nem ninguém possui a força para parar aquela máquina do mal. Mas assisti a muitos gritos, protestos, desmaios, vómitos, urinados que só quando a máquina entrou em velocidade moderada fizeram das tripas coração e se esquivaram, creio, para todo o sempre.

No carrossel ou montanha russa das forças do mal me embarcaram como se fosse de viagem para o inferno em fim de vida, e eu esbracejei e com as últimas forças que tinha consegui agarrar e trazer comigo aqueles que acabaram me salvar e amenizar aquela máquina de morte. Nomeio todos que participaram menos ou mais tempo nos seus carros e no fim vou tentar dizer os que me parece ainda se encontram como eu, rodando, sempre rodando, agoniados, tontos, vomitados, sem forças também.




Vou enunciar sem qualquer tipo de ordenação todos aqueles que de uma maneira ou outra acabaram por embarcar em todo este imbróglio mecânico engendrado pelos médicos (falsos?) e pelos seres do mal:

  • Grupo parlamentar do Partido Popular / CDS
  • Deputado do PAN
  • Grupo Parlamentar do Partido comunista Português
  • Grupo Parlamentar do partido Socialista
  • Grupo parlamentar do Partido Ecologista "Os Verdes"
  • Ministra da Justiça
  • Delegada Regional de Saúde do Alentejo
  • Ministro da Saúde
  • ERS - Entidade Reguladora da Saúde
  • Presidente do Conselho de Administração da ULSNA, E.P.E.
  • Delegação de Portalegre da ordem dos mèdicos
  • Delegada Distrital de Saúde Pública
  • Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses
  • Procuradora Geral da República
  • Presidente da Assembleia da República
  • Presidente da República
  • Director Geral de Saúde
  • Grupo parlamentar do Partido Social Democrata
  • Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda
  • Bastonário da Ordem dos Médicos
  • Presidente da Comissão Parlamentar da Saúde
  • Provedor de Justiça



Muitos destes passageiros "à força" saíram serenamente pelo seu pé, e com a dignidade que possuem. Outros tiveram de fazer um esforço, maior ou menor dependendo da condição de cada um e acabaram por sair sem sofrer qualquer dano. Um ou outro passaram as passas do Algarve mas lá acabaram por sair. Alguns, são meus companheiros, estão condenados pelos médicos infractores a rodarem e tornar a rodar de volta de uma acção que humildemente e salvo melhor opinião tem todos os indícios para ser considerada crime,  de uma malvadez e de uma falta de humanidade sem limites. Manifestando-se gente menor, em quem se não pode confiar, trapalhões, incompetentes, velhacos, torpedeando as regras e as leis, os nossos exemplares do que se não deve fazer, e se faz, acabam por manter girando em redor da sua acção, do seu tenebroso acto, alguns, que não conseguem pular do carrinho contra sua própria vontade, e outros que lá caíram e permanecem lá por obrigação. No meu próximo trabalho, descreverei os meus companheiros de infortúnio e as causas porque não conseguem desligar-se de aborrecimentos que sempre trazem as acções de gente que nada ou muito pouco merece e se quer fazer de reis.

(...)

RECLAMAR DE MÉDICOS É METER-SE CONTRA VONTADE NUMA...


...DIABÓLICA MONTANHA RUSSA



 






Portugal é um país imaginado. Apenas aqueles dotados por Deus de capacidades fora do vulgar no entendimento conseguem percepcionar uma parte pouco expressiva de um país que funciona numa endiabrada movimentação nada racional que leva a que tudo se envolva em voltas e mais voltas, curvas para um e outro lado, sobe e desce, velocidades sempre em variação, não se sabendo na verdade, quando se encontra o que se procura, ou quando pára e podemos galgar fora desse mundo de loucos que acabam por tornar o cidadão incauto num simples humano que acaba de ser barbaramente empurrado para a montanha russa mais perigosa e medonha do universo.

Um cidadão português que veja os seus direitos violados por um acto praticado premeditadamente, isto é com desejo de se fazer, conhecendo os prejuízos que vai causar e mesmo assim se realiza, por parte de três médicos de saúde pública, que numa só junta médica ou mostram possuir uma total incapacidade técnica para fazer um serviço que qualquer pessoa de bom senso e com os mínimos conhecimentos de ler e interpretar fazia melhor, ou mostram de modo inequívoco não ter nem moral, nem ética, nem imparcialidade para julgar doentes e lhes provocar, por razões que não se entendem graves danos, ou cala ou protesta.

Se cala, que é o deve acontecer normalmente e isso ajudaria a perceber a total impunidade com que se violam preceitos basilares das regras profissionais, e se faz a injustiça, a maldade gratuita, a sacanagem mais vil, pois se está a atacar direitos de gente frágil, doente, incapacitada que não pode ou não tem capacidade para perceber o logro em que cai e consequentemente não reclama. Com que razões se enganam os doentes? Ou enganam-se uns para dar uma mãozinha noutros? Ou estrangula-se o pobrezinho porque o rico está à porta? Ou é brincadeira? 

Comigo também brincaram, e devem ter pensado que me tinham comido por parvo como possivelmente acontece com os demais, nem dei por nada, foi tudo tão rápido que saí da Unidade de Saúde Pública de Portalegre não feliz da vida, pois não tinha alcançado os meus objectivos, mas convencido que fora executada uma junta médica natural, séria, respeitadora do doente. Só quando em casa, depois de almoçar, me ponho a observar o meu novo Certificado de Incapacidade percebo, atónito, que em vez de ter subido um pouco - mas não o que pretendia e teria repercussões na minha vida económica e familiar - como inicialmente tinha percebido, os doutos médicos, em resposta a relatórios médicos de especialistas em que declaram eu estar "piorado", consideraram que eu estava melhor, e baixaram-me o coeficiente de incapacidade.

Vi muita coisa na minha vida, assisti a muitas ilegalidades, eu próprio tive de defender-me de várias, mas nunca tinha visto três funcionários públicos, melhor, três autoridades de saúde pública, fazer um trabalho tão sórdido, execrável, desumano, irresponsável, e com toda a certeza criminoso. Pelo menos é para onde eu me inclino. Para mim que não sou especialista em direito, nem em coisa de leis, tenho, do senso comum, e das pesquisas que andei a fazer, que um funcionário, a Administração, pode provocar um acto ou uma omissão que penalize de tal modo o cidadão e seja contrária às leis e seja executada com dolo, vai por norma constitucional incorrer em procedimento civil ou penal e havendo dano à obrigação de reparar.

Não contentes com o facto de me fazerem uma Junta Médica fraudulenta, escrevi a protestar convencido que tal acto poderia estar inquinado por erro grosseiro que poder-se-ia emendar a todo o tempo. Não tive resposta. Tinha metido o pé na montanha russa. E quando falei com a Senhora Presidente das Juntas ela me justificou a situação com um relatório pouco claro, nem mais o que o especialista menciona que me encontrava piorado, e sanaria a situação entregando um mais minucioso. Já tinha os dois pés na montanha russa. E fui a correr pagando do meu bolso, dada a urgência em que tinha necessidade de resolver a situação, e fui entregar não só o relatório mais minucioso como me foi pedido, como um outro actualizado de outras especialista. Não foi com boa cara que a Senhora Presidente recebeu os documentos que lhe entreguei, virou-me as costas e não me disse uma única palavra.

Estava sentado no carrinho da montanha russa e esperava que começasse em movimento. Sentei-me na sala de espera, pois como nada me foi dito pela Senhora Presidente das Juntas eu na minha ingenuidade ainda pensei que tivesse levado o documento onde estavam os médicos reunidos e porventura iriam alterar a minha Incapacidade. Só algum tempo depois a funcionária administrativa me veio dizer para não estar ali, nada seria feito nesse dia, que fosse para casa descansado que depois me telefonariam a dizer quando seria o dia.

Passaram meses. O carrinho da montanha russa andava às voltas sempre numa velocidade lenta mas certa. Andava embalado. E o tempo a passar. Quando comecei a perceber que alguma coisa não estava a correr como devia ser decidi escrever de novo. Mas, eu até sou boa pessoa, aproximava-se o Natal e o Fim do Ano, achei que não era elegante enviar uma carta das minhas - digo o que penso sem tibiezas e sem medos - pelo que esperaria pela entrada do Novo Ano.

E o carrinho da montanha russa sempre naquela velocidade às voltinhas não me libertava, já estava aprisionado, e ainda nem me tinha apercebido das potencialidades daqueles carrinhos num pista cheia de ferros, e de voltas com uma dimensão de meter medo.

2016 chegou e logo nos primeiros dias reclamei por escrito de novo. Denunciava a minha insatisfação e estar inconformado com a situação que se estava a passar. Nem resposta de novo. O carrinho da montanha russa deu um solavanco e começou a andar mais veloz. Fui falar com a Senhora Presidente e ela quando me viu com um ar muito atarefado e sem as simpatias do antigamente disse-me que naquele dia nada podia fazer, eu que esperasse. Irritei-me, mais um solavanco no carrinho, e perguntei-lhe desabridamente quando seria o dia em que se resolvia a situação. Sua Excelência, virou-me as costas e respondeu, espere, tem de esperar. A irritação subiu e disse-lhe que ia reclamar. A autoridade sem sequer se dignar olhar para trás apenas disse reclame.

No dia seguinte, dia 12 de Janeiro de 2016 fui à Unidade de Saúde Pública de Portalegre e fiz uma reclamação, limitada ao espaço existente para a descrição, no famoso Livro Amarelo, que normalmente suscita gargalhadas, pois não tem conta as vezes que as queixas são manipuladas e acabam os desgraçados dos doentes por pagar as favas. Mas, em situações anormais anormais medidas anormais, essa é um dos lemas que sigo na vida, e sabendo que o livro Amarelo sozinho era o mesmo que zero ataquei tudo o que podia, tudo o que era Órgão, tudo o que era entidade, desde o Presidente da República, Provedor de Justiça, Primeiro Ministro, Ministro da Saúde, Ministra da Justiça, Procurador geral da República, Ordem dos Médicos, Assembleia da República, Grupos Parlamentares, Director Geral de Saúde e entidades locais e regionais.

E dei vida a este bloque que tinha estado cinco anos parado, mas que tinha sido feito anos atrás com uma intenção única, ter onde atacar se alguma vez alguém ou alguma entidade pública me fizesse perseguição ou dano. Adivinhava. Não ter sido palhaço de feira, nem ter sido carneiro, nem andar atrás de chefias a dar graxa, nem admitir que me faltassem ao respeito ou tentassem me pisar nos meus direitos ou atribuições, junto ao facto de ter ganho um número indescritível de reclamações, chegando mesmo a ter recorrido para os tribunais, criaram-me inimigos. Gente que é tão curta, amoral. cheia de ódios, de rancores, gente pérfida, má, que parece a obra perfeita do maligno aproveitou o facto de eu estar doente, reformado por invalidez, incapacitado, cansado, num período negro tanto física como espiritualmente e cheio de problemas para me atacar.

E os três médicos com quem nunca tive qualquer contratempo, pelo contrário, foram os instrumentos, foram a Inquisição, e me caíram em cima como chacais e me tentaram destroçar ainda mais do que já andava. Estes actos são barbaramente cobardes, baixos, sujos, desumanos, hediondos.

Estamos a 1 de Setembro de 2016. A montanha russa fez girar descontroladamente o meu carrinho, tive muitos momentos de sentir as lágrimas correrem na minha cara, tive alturas de me agarrar com medo de cair de ficar tolhido, encerrado, sem ânimo, com pensamentos negros, com temperamentos em mudança e a castigar-me. Cheguei a pensar jogar-me fora do carrinho pelo espaço fora e cair, provavelmente no inferno. Mas qualquer inferno me parecia melhor que andar enlouquecido naquela montanha russa do demónio. Estão para decorrer oito meses desde que fiz a tal famosa reclamação no Livro Amarelo e não é conhecida qualquer decisão. Eu espero, tem de esperar me disse a Presidente, e eu espero, mas ela também não deve andar muito feliz da vida. A reclamação desde que entrou na montanha russa fez louquíssimas viagens, curvas e mais curvas, subidas íngremes e descidas a pique a uma velocidade estonteante.

No próximo "post" continuarei a contar as peripécias de todo este imbróglio que honestamente sei como começou mas não imagino como vai acabar. Nem quando. Anda por aí, e sei que não está parada. O que irrita os médicos. Irrita-os o meu blogue que lhes digo na cara o que provavelmente nunca pensaram ouvir na vida. Irrita-os não terem dominado a queixa e não terem conseguido a cumplicidade dos amigos, que por chatice, foram metidos oficialmente no processo por quem tem muitos mais poderes a nível governamental.

E eu espero. E eu vou ganhar esta guerra. E ela vai ser a doer. Vou lutar mais pelos outros que se não podem defender, que por mim. Eu não quero ver esses médicos mais na minha vida. E a mim nunca farão mais nenhuma Junta Médica, pois não são de confiança. Quem já mentiu e quem fez a fraude que me atingiu quantas vezes não vai mentir mais e enganar outros doentes. Quem pode garantir que será diferente?

(...)