Mostrar mensagens com a etiqueta Estados Unidos da América. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estados Unidos da América. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

POLITÓLOGOS E ANALISTAS POLÍTICOS CONSIDERAM BOLSONARO UM ATAQUE Á DEMOCRACIA. POIS VEJA ESTE VÍDEO QUE CIRCULA NO YOUTUBE. ESTA GENTE SERÁ MELHOR?


ESTADOS UNIDOS
PRONTOS PARA INTERVIR NO BRASIL
EM CASO DE OMISSÃO DAS FORÇAS ARMADAS




Eu naturalmente não sou académico, não sou doutor, não sou erudito, não sou efetivamente nada. Mas interiormente sinto-me feliz não o sendo. Dá-me azia ouvir os analista políticos das televisões a falar na ameaça de Bolsonaro e lhe chamando fascista e nazi, e muitas coisas mais.

E acho anedótico, ouvir douta gente, sabichona de cordel, dizer que a eleição do Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro é um ataque à democracia, à constituição e às leis.

Enfim, fica bem falar para inglês ver. Bolsonaro foi de longe o mal menor desta eleição e estou muito feliz por ele ter ganho e por provocar a mudança. Muitas vezes tem que se fraturar o que é, demolir, para reconstruir. 

Bolsonaro vai fazer a primeira ação, provocar a mudança.

O Brasil hoje não tem nada que ver com o de ontem. É outro país. Está melhor? É perfeito? Funciona?

Obviamente que é outro país, mas não está melhor, muito menos é perfeito. Já decorreram situações degradantes e absolutamente absurdos como por exemplo uma professora pedir que lhe sejam indicados os alunos que estão do lado de Bolsonaro e os do outro lado. Esquecendo que ela é paga apenas para ensinar, todos. E não para dividir, castigar, penalizar, discriminar.

Isso rejeito liminarmente e sei - muitos só sabem o que querem - que entre os senadores e os deputados que acompanharam Bolsonaro há gente que não vai tolerar tais comportamentos. Eles não têm razão de ser, são atos que mostram intolerância, violência e terror. O próprio Bolsonaro se casos destes saírem nos média vai pedir aos seus apoiantes que não façam semelhantes atrocidades.

O mesmo se passaria, inequivocamente, como sempre alertei, se Hadad tivesse ganho as eleições. O Brasil está partido ao meio, entre ódios e rancores. Vai levar muito tempo a acalmar uma nação dividida deste modo. Mas os radicalismos que Bolsonaro mostrou mais para ganhar preponderância entre os anti - petistas, não são mais perigosos que as medidas constantes do Programa do PT de Hadad, em que se falava em controlar os média, alterar o Supremo Tribunal por um tipo de Órgão eleito pelo PT, e fazer uma nova Constituição.

Tenho uma ligação profunda ao povo brasileiro a quem me acho ligado. Fui à poucos dias convidado para estar dois anos a fazer trabalho social como voluntário numa cidade pequena (cerca de 150.000 habitantes) e amo esse povo e essa nação. O país está no meu coração.

Deploravelmente não tenho condições para viajar ao Brasil, aqui também há corrupção, e me atacaram nos meus direitos, praticaram um crime contra mim, gente grada e com as costas quentes, e minha vida económica foi afetada profundamente. Enfim, um Bolsonaro aqui fazia muito mais falta do que as pessoas pensam. Mas os brasileiros perceberam que é preciso mudar, os portugueses andam como sempre, entretidos, e os que abrem os olhos, ou vão para Bruxelas, ou são afastados de cargos e lugares da administração, ou emigram,, como a jovem enfermeira que não arranjou trabalho em Portugal e vai ser premiada pela segunda vez na Grã-Bretanha.

Quanto ao conteúdo do vídeo, achei-o tão aberrante que respondi nos comentários:


"Isso são balelas... obviamente que não cabe na cabeça de ninguém que o Brasil seja comunista mas o exército deve respeitar a eleição de Bolsonaro e os poderes democráticos. Essa intervenção americana é um ato de agressão incompreensível com as leis internacionais. Isto é conversa de gente louca, radical, nem são de extrema direita são sanguinários aloucados. Perdoai mas vossa conversa é igual a burrice total.  Meu Deus, imaginemos os americanos entrando no Brasil. Imaginem a repercussão no mundo. Isso é um ato absolutamente ilegal, violador das normas internacionais. Vocês, Deus me perdoem andam loucos. Ainda o mundo tem medo de Bolsonaro, vocês querem entregar o Brasil aos americanos? Provavelmente isso pode mesmo promover um conflito de larga escala. E acho bem que a comunidade internacional e a ONU não permitam essa violação da auto determinação dos povos. Vocês são lunáticos sedentos de sangue e danados para dar tudo de mão dada aos americanos. Querem ser escravos. O que vale é que isso são asneiras e só os burros acreditam que esse discurso tem algum patriotismo. Isso é loucura. Deus vos acuda. Precisam de ter juízo na cabeça, e lutar por um Brasil de paz, união e bem governado. Os americanos tomem conta da América. E cada povo saiba tomar conta de si. O Brasil não precisa da América para encontrar a paz e a ordem e progresso inscritos na bandeira para ser uma nação próspera, apenas precisa de encontrar um caminho democrático, sem corrupção, e onde as leis sejam observadas. O povo brasileiro precisa de guias poderosos que o conduza à felicidade não de loucos arautos de violência, desordem e morte. Quanto aos americanos, sim, é verdade eles adoram guerras, dá-lhes dinheiro, muito lucro. Já imaginou quanto iriam ganhar as empresas americanas a reconstruir o Brasil. Quanto aumentava o poder americano colocando a seu belo prazer material de guerra como se o Brasil fosse uma lixeira sem dono."

quinta-feira, 21 de junho de 2018

OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA CAMINHAM PARA O SEU FIM? OU PARA O FIM DO MUNDO?










Durante demasiado tempo o mundo viveu debaixo da tensão de viver sob um mundo aterrorizado entre duas potências dominantes, que a todo o tempo podiam destruir-se, destruir o mundo e a vida na terra, e um grupo pouco expressivo em representação e poder de países não alinhados.

Também a realidade geo estratégica veio a ter importantes alterações. O mundo sempre muda e nenhum Império conhecido resistiu à sua queda. Hoje, a guerra fria, que acabava por ser um equilibrio que obrigava a constantes golpes de diplomacia e contenção, que impedia ameaçando um caos absurdo, transformou-se numa anarquia de poderes, "à la carte". Hoje temos os Estados Unidos da América do Norte proclamando como se estivesse vendendo sabonetes que tem o maior poder sobre a terra, e temos um número cada vez maior de forças em ebulição, espalhadas um pouco por todo o lado; Rússia, China, Mundo Árabe, Índia, Paquistão, e mais um punhado de países perigosos demasiado para serem ignorados. 

O que faz os Estados Unidos? 

Parece atacar em todas as direções. 

Provoca o mundo árabe e é responsável directo por centenas de mortes entre os judeus, ao transferir unilateralmente a sua embaixada de Telavive para Jerusalém. 

Constrói o muro mais vergonhoso depois do muro de Berlim, impondo uma lei aberrante que está a cair e cairá em todo o mundo, de que partes da terra são de uns, outras de outros, umas para ricos e outras para pobres. Uma para esbanjadores e outras para gente que morre de fome.

Não se recordam as nações do célebre Tratado de Tordesilhas que divia a terra ao meio, celebrado entre espanhóis e portugueses, e com a proteção papal, determinava que as terras descobertas, o livre marear, eram exclusividade desses dos países.

Um dia percebeu-se que Deus tinha criado o mundo para todos os homens, e os mares, os oceanos, não podiam ser de dois mas necessariamente de todos. Inevitavelmente ou a terra acaba, ou ela será de todos, para todos e por todos cuidada.

Mas os Estados Unidos da América vão mais longe. Provocam e ameaçam a paz e a estabilidade em algumas partes do globo, e ainda, permitem-se atacar, as políticas se sobrevivência mundial, os seus aliados naturais, a globalização criando novas tarifas para amigos e inimigos, o ambiente da terra, os direitos humanos, ou seja, abandona a política para as pessoas, para o mundo e para a terra, a sai fora de todos os grandes problemas que mais fustigam a humanidade.

Ao fechar-se sobre si mesma, vai enganar-se num el dorado que vai perder o brilho, numa grandeza que vai tornar-se pequenez e numa perda de influência que a vai relegar para um lugar desprestigiante na nova muldura mundial.

Percebe-se também que o mundo não pode mais ser governado por políticos. Não podem as governações da terra ter por base grupos organizados de inúteis, mascarados em caducas e ineficazes ideologias, em partidos que não promovem conhecimento, debete, respostas aos problemas, mas resolvem interesses de grupos, coorporações, e alimentam corrupções e democracias que não representam objectivamente ninguém, e são coxas. 

Partidos e políticos não fazem qualquer sentido quando apenas esgrimem argumentos e falácias para obter poder E o mundo não precisa nem de mentiras, nem de incompetentes, nem de poder. A terra e os homens precisam de ter nos seus comandos, que se necessitam e perspectivam cada vez mais de cariz global, não gente que fala, que promete, mas pessoas que saibam resolver problemas, que conheçam a ciência, a técnica, o trabalho em grupo, a pesquisa, e a busca de soluções reais para problemas que têm milénios e os políticos nunca souberam resolver, ou nunca quiseram fazê-lo.

Provavelmente os Estados Unidos da América com o seu peculiar presidente vão dar o pontapé de saída num conjunto imenso de alterações que o mundo terá de adoptar para garantir a vida. Os Estados Unidos da América estão fora do humanismo global, de uma boa convivência, voltaram-se para si, e desafiam o desconhecido. Roma e a Grécia caíram. E o mundo evoluíu. O mundo continuará a caminhar com ou sem os Estados Unidos da América.

Começou a queda de uma grande potência. E, pelo que se tem visto, nem entre os seus aliados naturais vai deixar grandes saudades.