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sábado, 6 de março de 2010

Dores de barriga... depois de tantas asneiras

Governo apresenta Programa de Estabilidade e Crescimento

O Governo apresenta hoje, sábado, as medidas de austeridade para cortar o défice até 2013. Os salários dos funcionários públicos serão congelados e agora a expectativa saber se haverá cortes nos subsídios de férias e de Natal, tal como fez a Grécia. Vários especialistas como Campos e Cunha, Medina Carreira e João Salgueiro avisam que o PEC é a última oportunidade para Portugal evitar o descontrolo total nas contas do Estado.



Portugal tem de mostrar à Europa que consegue cortar o défice de 9 para 3% do PIB até 2013. Os aumentos dos salários na função pública e das reformas podem ser congelados, alguns projectos de investimento público também podem ir parar ao congelador, mas o ministro das Finanças terá de cortar muito mais e rapidamente.

É isso que está em causa na aprovação do Programa de Estabilidade e Crescimento. Um grupo de economistas do movimento cívico SEDES defende que as medidas de austeridade devem ser duras e com efeito já no próximo ano.

Num documento de reflexão, os especialistas da SEDES alertam que é urgente aumentar a poupança das famílias e o investimento das empresas e diminuir o endividamento externo. E fazem outra recomendação: "para que a dureza das medidas possa ser entendida pelos portugueses, é essencial que haja moralização das instituições e da actividade política". Cortar nos subsídios de férias e de Natal, como aconteceu na Grécia, pode ser uma solução.

Os mercados financeiros olham para os chamados "PIIGS" - Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha. Depois da tragédia grega, Portugal terá de mostrar aos mercados que sabe usar a tesoura para cortar, como nos meados dos anos 80 quando o país foi gerido durante uns tempos pelo FMI. Com o PEC deste sábado e com o orçamento para 2011, os portugueses já sabem que vão voltar a um velho hábito: apertar o cinto, falta saber quantos furos.

Sócrates recebe em São Bento segunda-feira todos os partidos e parceiros sociais

O primeiro-ministro recebe segunda feira, em São Bento, todos os partidos com assento parlamentar e os parceiros sociais em reuniões destinadas a analisar a proposta do Governo de Programa de Estabilidade e Crescimento.

(...)

http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Governo+apresenta+este+sabado+o+Programa+de+Estabilidade+e+Crescimento.htm

sexta-feira, 5 de março de 2010

Que "ganda" regabofe... que país mais louuuuucccooo

Reformas antecipadas

Saída de médicos obriga a contratar aposentados
por Rute Araújo, Publicado em 03 de Março de 2010

Corrida às reformas antecipadas dos médicos fez soar o alerta vermelho. Governo estuda solução para evitar colapso de serviços


Assinar contratos individuais de trabalho com os médicos reformados, através de um regime de excepção na função pública. Esta pode ser a solução do governo para um problema criado pelo próprio governo quando mudou as regras da aposentação e levou a uma corrida às reformas entre os clínicos, para evitar penalizações. Desde o início do ano, e em apenas dois meses, quase três centenas de médicos entregaram pedidos de reforma antecipada, fazendo soar o alerta vermelho nos corredores do Ministério da Saúde. (...)

Os ministérios da Saúde, Finanças e Trabalho estão a trabalhar numa solução juntamente com os dois sindicatos médicos para evitar que alguns serviços hospitalares e centros de saúde entrem em colapso. (...)

(...) Por isso, durante este ano, o Serviço Nacional de Saúde será obrigado a dar a reforma para logo a seguir aliciar os médicos a voltar.

(...)

(...), os sindicatos vêem uma saída. "Caso o governo entenda que está em risco a prestação de cuidados de saúde, uma das soluções é criar um regime especial e transitório, delimitado no tempo, que permita contratos individuais de trabalho, sem penalizações no salário e mantendo as contribuições para a segurança social", (...)

"Não se trata de reclamar um privilégio para a classe, trata-se de perceber que há serviços que podem mesmo fechar",... (...) ...nos centros de saúde que o problema é maior. Cerca de 200 pedidos são de médicos de família, uma das especialidades mais carenciadas.

(...) A falta de médicos é um problema que afecta há anos os serviços de saúde e que se vai arrastar nos próximos anos. (...)

(...)

http://www.ionline.pt/conteudo/49329-saida-medicos-obriga-contratar-aposentados
in Jornal I


Pobre país!
Sem médicos
Desgovernado
Pobre
Quase falido
Sem saúde
Sem educação
Sem justiça
Sem honra
Sem nada
E ninguém tem culpa de nada...
Verdade mesmo?
Ninguém explica porque faltam os médicos?
Um país sem médicos não é um país terceiromundista?
O que somos nós? Inteligentes? Sérios? Sabemos o que queremos?
Pobre país.. que já nada vai tendo!
E nem um só culpado se nadinha... que milagre. Será coisa de Nossa Senhora de Fátima? Não precisamos de um milagrinho? Ou de dois milagrinhos?
Só que desaparecesse toda essa vil canalhagem que tem desgovernado Portugal já era motivo de festa. E da rija. Mas milagres desses nem a Senhora é capaz de fazer.
Pobre gente que não governa, diziam, nem se deixa governar. Hoje como antes. Igual no futuro com esta gentalha. Pobre país. E ninguém está preso...


Pedro Alcobia da Cruz (ainda em liberdade... parece)