A coragem, o amor que existe em nós, o direito, a vontade de criar, permitem a ideia de construção de um mundo em liberdade e uma vida feliz numa terra sã e maravilhosa.
sábado, 11 de abril de 2020
COVID-19: DGS NÃO ACTUALIZOU OS DADOS
Eu já tinha dúvidas e não poucas, a respeito dos dados divulgados pela Direcção Geral de Saúde em relação à situação no país do COVID-19.
E cada dia tenho mais.
Tenho para mim que o acesso nos órgãos de comunicação social são mais fidedignos e actualizados do que os que aquela entidade pública divulga no seu mapa de dados sobre a coronavírus em Portugal.
Hoje, às 12:35 o mapa da DGS é exatamente o mesmo de ontem.
Entretanto, já ontem apareciam concelhos onde a coronavírus não existia, mas a comunicação social informava terem sido confirmados casos, enfim, não sei se é coisa de baixa politiquice para enganar os fregueses, se é asneira, se simplesmente aquela entidade e os que nela trabalham são incapazes de manter um site com informações actualizadas.
Tanto que falam na TV. Mas pouco acertam. E, em boa verdade, erraram mais do que acertaram. Variam do dito para o não dito. O estado português continua - recordo Eça, quando dizia que num jornal inglês comentavam "Portugal está como a Turquia, é impossível introduzir-lhe civilização" - atabalhoado, cheio de gente medíocre, de chefias fraquinhas, de afilhados, compadres e filiados no regime.
Eu, se tivesse ideia de tanta inépcia - já não tenho idade para ir fazer voluntariado num lar, e quando o fiz fui maltratado - ter-me-ia oferecido, gratuitamente para responder pela organização e divulgação dos dados da COVID-19, actualizados necessariamente duas vezes por dia, e em aberto.
Espero pelos noticiários das 1 hora. Se não houver novidades vou esperar pelos da noite.
A informação, no nosso tempo é fundamental.
Muito neste país se sabe pela imprensa. Mesmo o que não deveria ser conhecido.
Enfim, isto é Portugal.
sexta-feira, 10 de abril de 2020
AINDA SOBRE A QUALIDADE DA INFORMAÇÃO DIVULGADA PELA DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE
Não sou mago, não sou douto nem especialista seja em que for. apenas vou utilizando a cabeça para pensar, mantendo - por enquanto - a racionalidade que foi (por Deus garantem alguns) dada a todos e nos distingue dos outros animais.
Hoje, lendo o OBSERVADOR, percebi que não sou o único a ter grandes dúvidas na qualidade informativa da Direcção Geral de Saúde no que respeita ao coronavírus.
Pude então ler:
"Uma carta aberta da Associação Portuguesa de Ciência de Dados para o Bem Social (DSSG PT), assinada por várias entidades portuguesas da área da saúde, nomeadamente a Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública e a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, refere que, embora a comunicação de dados relativos à Covid-19 por parte da Direção-Geral de Saúde (DGS) “tenha melhorado ao longo da epidemia”, esta tem sido pautado por “muitos atrasos, retrocessos, inconsistências e más práticas de partilha de dados”.
Confesso que ontem, depois de publicar a minha crítica ao comportamento pouco rigoroso e leviano como a Direcção Geral de Saúde informa os portugueses sobre a coronavírus, fiquei inquieto e nada feliz. Sou humano, os outros humanos são e eu poderia ter sido injusto, poderia estar a falar "sem saber", atacando sem sentido, não sendo correcto.
O artigo no Observador veio tranquilizar-me e certificar que tudo o que poderiam ter sido apenas dúvidas apontadas por um homem sem conhecimentos aprofundados, logo, pouco a ter em conta, afinal, eram certezas confirmadas, aí sim, por gente que domina a matéria e com credibilidade na praça.
A carta, acrescenta:
"De acordo com este documento, (...), alguns destes problemas “dever-se-ão a erros humanos — totalmente compreensíveis — por parte de quadros clínicos sob grande pressão e elevadas cargas de trabalho”, mas outros, “mais fundamentais”, revelam “sintomas claros da ausência de um verdadeiro Sistema de Informação para a Saúde Pública e de uma cultura sistemática e enraizada de dados”.
Por estas e outras razões, e “na tentativa de colmatar a inexistência de uma estratégia de dados abertos por parte da DGS do Ministério da Saúde Português”, a DSSG PT propõe contribuir com ajuda técnica e estratégica, disponibilizando “em formatos facilmente processáveis e nativos da comunidade analítica (…), da forma mais atempada possível, todos os dados que a DGS vai disponibilizando”. Neste sentido, foi criado o repositório de dados covid19-pt-data, (...)
Só tenho uma maneira de estar na vida e que transmito ao meu blog, dizer sem tibiezas o que penso e não calar por receios, por temer represálias. Obviamente, esta maneira de estar na vida me trouxe inúmeras inimizades, algumas perseguições e umas quantas vinganças mesquinhas que, para meu descanso espiritual, tento esquecer.
Muito poderia dizer sobre o que penso da Saúde Pública em Portugal e em muitos que nela exercem funções de responsabilidade. Mas já paguei bem caro essa impertinência.
Confesso que ontem, depois de publicar a minha crítica ao comportamento pouco rigoroso e leviano como a Direcção Geral de Saúde informa os portugueses sobre a coronavírus, fiquei inquieto e nada feliz. Sou humano, os outros humanos são e eu poderia ter sido injusto, poderia estar a falar "sem saber", atacando sem sentido, não sendo correcto.
O artigo no Observador veio tranquilizar-me e certificar que tudo o que poderiam ter sido apenas dúvidas apontadas por um homem sem conhecimentos aprofundados, logo, pouco a ter em conta, afinal, eram certezas confirmadas, aí sim, por gente que domina a matéria e com credibilidade na praça.
A carta, acrescenta:
"De acordo com este documento, (...), alguns destes problemas “dever-se-ão a erros humanos — totalmente compreensíveis — por parte de quadros clínicos sob grande pressão e elevadas cargas de trabalho”, mas outros, “mais fundamentais”, revelam “sintomas claros da ausência de um verdadeiro Sistema de Informação para a Saúde Pública e de uma cultura sistemática e enraizada de dados”.
Por estas e outras razões, e “na tentativa de colmatar a inexistência de uma estratégia de dados abertos por parte da DGS do Ministério da Saúde Português”, a DSSG PT propõe contribuir com ajuda técnica e estratégica, disponibilizando “em formatos facilmente processáveis e nativos da comunidade analítica (…), da forma mais atempada possível, todos os dados que a DGS vai disponibilizando”. Neste sentido, foi criado o repositório de dados covid19-pt-data, (...)
Só tenho uma maneira de estar na vida e que transmito ao meu blog, dizer sem tibiezas o que penso e não calar por receios, por temer represálias. Obviamente, esta maneira de estar na vida me trouxe inúmeras inimizades, algumas perseguições e umas quantas vinganças mesquinhas que, para meu descanso espiritual, tento esquecer.
Muito poderia dizer sobre o que penso da Saúde Pública em Portugal e em muitos que nela exercem funções de responsabilidade. Mas já paguei bem caro essa impertinência.
quinta-feira, 9 de abril de 2020
COVID-19: PODEMOS CONFIAR NOS DADOS DA PANDEMIA DADOS PELA DGS?
Tenho para mim que os dados que a DGS, Direcção Geral da Saúde, faculta no seu mapa relacionado com a coronavírus têm muita falta de rigor.
Pode tratar-se de problemas de recolha de dados ou, admito, pode ser uma forma bem simples de manter a população portuguesa confiante nos serviços de saúde e no governo, não facultando, em bom rigor, nem o querendo fazer, a realidade no que respeita ao número de infectados e consequentemente de mortos.
Já no que respeita aos recuperados é de todo o interesse mostrar serviço e, com isso, introduzir serenidade e confiança na população, que não falhe caso algum.
Normalmente diz-se que o governo não é pessoa de bem - os portugueses têm constantemente exemplos que o confirmam em cada dia - mas, no que respeita à saúde, sendo certo que convêm gerir com eficácia uma pandemia não esperada e sem que existissem os meios e a preparação para a receber, apesar de tanta publicidade feita em contrário, parece que algo não vai bem, ou não está tão transparente como seria desejável.
Os portugueses têm de confiar nos dados que a DGS lhes faculta em cada dia. E devem confiar no governo, e nas autoridades de saúde. E no superior interesse nacional que é tratar dos vivos condignamente em face desta brutal pandemia.
A falta de confiança é perigosa, alastra, e desacredita o sistema mesmo quando o mesmo faz tudo ao seu alcance para debelar situações críticas. Basta dar o jeito, basta falhar, basta não informar capazmente, e instala-se a dúvida.
Temos o direito de saber exatamente a verdade e só a verdade.
Como temos o direito de exigir mais, se há lares em que os utentes levam dias e dias à espera da realização de testes, e zonas do país em que fazer os mesmos é uma aventura.
Muito há, em devido tempo, a apurar sobre como esta pandemia foi cuidada em Portugal.
As notícias de excelência são amplamente conhecidas, propagandeadas dia após dias, várias vezes.
Soubemos insistentemente desde a aproximação da epidemia que estávamos preparados e tinhamos os meios, que afinal, não existiam e nem a preparação alguma vez tivemos. Fala-se muito e acertava-se, infelizmente muito pouco.
Na senda do Bolsonaro no Brasil também aventámos que tudo isto não seria muito mais que uma gripe. E ora não havia motivos para medos, como em seguida se dizia que 40 a 70 por cento da população ia ser contaminada.
Ainda hoje se não realiza o rastreio de infectados, acção basilar para se conhecer e controlar a pandemia.
Em Portalegre, a capital de distrito menos habitada do país, com cerca de 15.000 habitantes, faz pelo menos dois dias se conhece a existência de pelo menos um caso de coronavírus. Caso seguro. Autêntico. Inquestionável.
Não consta no mapa actualizado diariamente de dados de coronavírus.
Olhando para este pequeno burgo onde toda a gente já tem uma certeza que a DGS não aponta, é legítimo questionar o que se não passará em tantas cidades muitas vezes maiores em população, ou lugares por aí dispersos num interior despovoado e esquecido.
Com muito mais facilidade nos grandes burgos onde o conhecimento rigoroso dos casos escapa ao domínio público, quantos vão escapar ao registo do mapa da Direcção Geral de Saúde?
Quantos casos nunca serão casos?
Poderemos confiar nas notícias que nos entram em casa todos os dias?
quarta-feira, 8 de abril de 2020
COVID-19: ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE OS DADOS EM PORTUGAL E NO MUNDO
PANDEMIA
DE CORONAVIRUS COVID-19
no MUNDO
Última actualização: 08 de abril de 2020, 09.55 GMT
CASOS DE CORONAVIRUS:
1.446.344
MORTES:
83.065
RECUPERADOS:
308.553
PANDEMIA
DE CORONAVIRUS COVID-19
em PORTUGAL
Dados desactualizados; DGS ontem, 07.ABRIL
CASOS DE CORONAVIRUS:
12.442
MORTES:
345
RECUPERADOS:
domingo, 5 de abril de 2020
sábado, 4 de abril de 2020
COVID-19: PONTO DA SITUAÇÃO EM PORTUGAL A 4 DE ABRIL ÀS 11 HORAS
SITUAÇÃO EM PORTUGAL
CONFIRMADOS - 10.524
RECUPERADOS - 75
ÓBITOS - 266
SUSPEITOS - 81.087
CONFIRMADOS POR REGIÕES
NORTE - 6280
CENTRO - 1372
LISBOA E VALE DO TEJO - 2513
ALENTEJO - 63
ALGARVE - 182
AÇORES - 63
MADEIRA - 51
ACOMPANHAMENTO
A AGUARDAR ANÁLISE - 5.518
EM VIGILÂNCIA - 22.858
EM INTERNAMENTO
CASOS INTERNADOS - 1075
NOS CUIDADOS INTENSIVOS - 251
CONFIRMADOS POR GRUPO ETÁRIO
00 - 09 ANOS - 150
10 - 19 ANOS - 252
20 - 29 ANOS - 1082
30 - 39 ANOS - 1567
40 - 49 ANOS - 1928
50 - 59 ANOS - 1908
60 - 69 ANOS - 1396
70 - 79 ANOS - 999
+ DE 80 ANOS - 1242
CONFINADOS POR GÉNERO
MASCULINO - 4632 (44,01 %)
FEMININO - 5509 (55,49 %)
Os dados apresentados sobre a situação da COVID-19 em Portugal foram disponibilizados pela Direcção Geral de Saúde. hoje, dia 4 de Abril, pelas 11 horas AM.
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ITÁLIA E A CORONAVÍRUS; A REALIDADE E A FICÇÃO
Itália : o número real de casos de COVID-19 no país pode ser de 5.000.0000 (em comparação com os 119.827 confirmados), segundo um estudo que entrevistou pessoas com sintomas que não foram testados e até 10.000.000 ou até 20.0000 , 000 após considerar casos assintomáticos, de acordo com Carlo La Vecchia, professor de estatística médica e epidemiologia da Universidade Statale di Milano .
Esse número ainda seria insuficiente para alcançar a imunidade do rebanho , o que exigiria que 2/3 da população (cerca de 40.000.000 de pessoas na Itália) tivessem contraído o vírus.
O número de mortes também pode ser subestimado em 3/4 (na Itália e em outros países), o que significa que o número real de mortes na Itália pode estar em torno de 60.000.
Se essas estimativas fossem verdadeiras, a taxa de mortalidade por COVID-19 seria muito menor (cerca de 25 vezes menor) do que a taxa de mortalidade de casos, baseada apenas em casos e mortes confirmados por laboratório, uma vez que estaria subestimando os casos (o denominador) por um fator de cerca de 1/100 e mortes por um fator de 1/4.
in https://www.worldometers.info/coronavirus/, PANDEMIA DE CORONAVÍRUS COVID-19, Última atualização: 03 de abril de 2020, 23:43 GMT
Todavia, para apreensão geral, os dados oficiais apontam para 119.827 confirmados e 14.681 óbitos.
Há efectivamente qualquer coisa que parece não estar bem. A confiança das populações tem de assentar em crer como verdade os factos que o poder político, as autoridades de saúde e dos mídea, lhes apontam como certos.
Mas, perde-se inevitavelmente a confiança se de um momento para o outro as pessoas duvidarem, e pior mesmo, se tiverem boas razões para duvidar.
Amanhã veremos melhor a situação portuguesa.
sexta-feira, 3 de abril de 2020
MUNDO JÁ REGISTA MAIS 1 MILHÃO 1 DE CASOS CONFIRMADOS DE CORONAVÍRUS
Esse contador é simples de analisar,
minucioso
e está a todo o tempo sendo actualizado
Tem os dados gerais a nível global
Apresenta dados por país, com indicação de infectados, mortes, recuperados, doentes ligeiros, em estado crítico
Worldometer
quinta-feira, 2 de abril de 2020
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