segunda-feira, 28 de maio de 2018

QUANTAS VEZES SE PODE MATAR UM HOMEM?



Um homem só está morto quando depois de cair não se levanta mais.

Pode cair mil vezes e mil vezes se levantar.

E, cada vez que se levanta trás da terra a força redobrada.

Há homens que nunca morrem e os que morrem devagar

Há homens que aparentam vida, mas há muito perderam a luz

Há homens vivos absolutamente mortos






O PÓ DAS ESTRELAS É AMOR PURO QUE NOS FAZ DIVINOS















ESTÁ PROVADO: OS HUMANOS SÃO REALMENTE FEITOS DE PÓ DAS ESTRELAS




Aglomerados de estrelas
 podem acolher
 civilizações extraterrestres 















domingo, 27 de maio de 2018

SUBTILMENTE APRENDEMOS A ARTE DE DESTRUIR PESSOAS... MAS TUDO VAI MUDAR... BREVEMENTE




Encontrei esta foto quando deambulava em procura de algo que me trouxesse ao espírito, uma ideia, um pensamento, qualquer tema, que suscitasse comentário aqui neste blogue que de guerra, passou a amor, e de amor a grito de batalha.

Só não luta quem está de bem com a vida, e acha que este mundo está certo, e pensa que tudo vale para a obtenção de uma felicidade alicerçada em honrarias, poder, riquezas, posses e vaidades. É fácil ser feliz e pisar os outros, isso até dá um certo ar de poder interior, ser grande e apequenar os outros para aumentar substancialmente o tamanho, e dar alimento ao ego.

É fácil olhar no espelho e não ver, pois relembrariam, os que felizes andam, quantas vidas já prejudicaram, quantos seres mais fracos já tentaram destruir.

O mundo é uma aparência. Tudo é uma aparência. Por detrás do que devia ser exemplo esconde-se um canalha, no desempenho de cargos de prestígio e autoridade escondem-se insanos, por detrás dos governos e dos senhores do mundo há milénios se esconde uma inteligência cada vez menos racional, e um livre arbítrio que esqueceu o bem, e de má a péssimas decisões e escolhas temos a terra doente, a vida humana ameaçada, e tudo parece sorrindo rumo a uma condenação que parece estar escrita.

Hoje as pessoas nem precisam de inimigos. Isso era dantes. Um inimigo raramente nos dececiona e dificilmente entra em combate. As guerras e as lutas têm regras, e têm também estratégias, custos, penosidade e até arte. 

Entre amigos isso é perca de tempo. Dá-se uma facada pelas costas e ganhou-se um qualquer interesse. É fácil, não dá trabalho, e nem dá hipóteses de defesa. A família era o baluarte da sociedade, hoje, por insignificâncias, matam-se as mulheres, os maridos, os pais, os irmãos os avós. Antigamente matava-se pela honra, pela defesa da vida e dos bens, por querelas com historial. Hoje não é preciso história, basta o sussurro. E mata-se por aparência, por se julgar, por intriga. E por prazer.

Vivemos numa profunda crise generalizada. Aliás basta olhar o mundo, depois as potências e os seus líderes, depois os regimes inexplicáveis onde verdadeiros tarados matam, prendem, destroem com toda a impunidade. E isso vai-se catapultando dentro do ser. Hoje, muitos donos de poderes insignificantes fazem tal e qual, apenas não vão tão longe pois os poderes são menores, logo, o mal é mais diminuto.

Mas a insanidade, a maldade, a incompetência, e a crueldade é manifesta. E sem medida.

Nesta amálgama de loucuras, a amizade e amor são sentimentos em crise absurda e absoluta. E aparentemente nada parece assim. Colecionamos amigos aos milhares e em boa verdade quase não os temos. Eles se reconhecem bem nas horas amargas. E é nesses momentos que temos algumas surpresas. Raros amigos estão do nosso lado. Alguns que pareciam firmes como rochedos caíram fora, e alguns a quem nem ligávamos muito permanecem e ficam incondicionalmente do nosso lado.

Porisso este blogue se tornou um grito de batalha. Não contra A ou B, a minha natureza não é ser enxota moscas, nem é meu desporto pisar escravelhos da batata, ou trucidar três ou quatro pobres diabos que não têm onde cair mortos. Ou já estão mortos faz muito tempo.

Mas devo dar tudo de mim - chamem-me louco, maluco, o que quiserem - para estar do lado dos que vão mudar o mundo. É que ele vai mudar. O povo não sabe, anda entretido com o problema do senhor presidente do Sporting, que é um caso de saúde pública, onde isso é uma paródia e naturalmente ninguém faz nada e quando faz, Deus nos acuda... Milhões de casos assim divertem e ocupam a populaça. Mas os senhores do mundo já sabem que isto está por um fio. E que tudo vai mudar. E eles são impotentes. Tudo mudará e a hora está a chegar.

Cuidem-se. Provavelmente ainda nesta geração vai haver acontecimentos nunca vistos. E muitos vão ter razão para se encolher de medo. Não será o Juízo final de que fala a Igreja, mas será parecido, e será no tempo certo.

Hoje, cada vez que recebo um amigo novo, algo em mim é esperança. É que se contar os dedos das mãos e assinalar quem me ama ou meu amigo é, sobram dedos . O homem, o mundo, as sociedades perderam-se. Quem pensar - não aconselho outro exercício - percebe que estamos no fim de um ciclo. Como outros, poucos, e não foram ouvidos - nunca se ouve quem não se quer ouvir - previram a crise económica mundial de proporções dantescas.

Um dia, o amor a amizade, a dignidade, a boa convivência, a alegria e a felicidade vão instalar-se na terra. Para todos aqueles que foram julgados merecedores de nela viverem. Aos outros, como devem perceber, desconheço o que será o seu futuro, nem me incomoda. A justiça é para a justiça eu apenas estou do lado dela e de um mundo novo onde se possa viver.



UTOPIA TRANSMUTA-SE EM REALIDADE; O VELHO MUNDO DARÁ LUGAR A UM MUNDO NOVO (ADMIRÁVEL)















sábado, 26 de maio de 2018

QUE FAZER QUANDO AS IDEIAS SE PÕEM EM FUGA?



Salvo melhor, a minha opinião sai-me do coração - sempre priorizo o coração e apenas em questões demasiado abrangentes, importantes e que envolvem outros dou algum tempo de antena à razão - e, leva-me a considerar que nós somos máquinas de ideias que nunca param. 

Muitas derivam de sonhos que temos conscientemente, e muitas outras provêm do mesmo agente criador mas apenas inconscientemente atravessam o nosso espírito ou alma e se reproduzem em ideias. 

Alguns terão ideias a mais ou a menos. Mais ou menos felizes. Criadoras e dinamizadoras do ser ou mais amplamente tocando um campo mais vasto, ou, em alguns casos podem ser ideias destrutivas, más, que nos impelem contra nós e contra eo bem, em si, e podem prejudicar os outros. Há ideias de amor e ideias de desamores, de possibilidades e impossibilidades. De felicidade e de trsiteza.

Não sou um homem da ciência. Penso apenas e tento fazê-lo com isenção, sem estar subjugado a paradigmas ou dogmas redutores, aberto a novas realidades e opiniões. 

Creio que nós estamos na base das nossas ideias, mas admito e sinto que muito que está por detrás de nós, pessoas, ou dentro de nós, corpos, são determinantes para a cocepção de todo esse tumulto de ideias que podemos até arquivar num ficheiro imaginário, noutro temporário, e, as que mais nos tocam e parecem inovadoras, que expressam soluções, mostram caminhos, criam felicidade, paz, justoiça e amor, nós vamos ter como programa e vamos executar.

E, perseguindo tudo o que as ideias representam, e prosseguindo no seu tratamento, o homem pode dar "novos mundos ao mundo", ver o que ainda não tinha sido visto, trabalhar uma causa que não tinha sido encontrada e se afigura como melhoramento da condição humana ou da existência.

Algumas ideias são tão nossas que parecem estar numa tensão maravilhosa entre alma e razão, entre o ser e o não ser, entre o que há e o que está para lá do que podemos comprovar. Enquanto vagueamos com toda a nossa força, nela empenhando o nosso intelecto, as nossas emoções, a nossa vontade, os desejos, percebemos que as ideias, exatamente como tudo o que existe, independentemente da categoria, mudam. Insisto sempre nessa lei universal, tudo é energia e muda. 

As mudanças, não podem num simples devaneio científico, determinar o fim, o termo. Mas as transformações. O que existiu há 2000 anos atrás, e se não vê, tranformou-se, não acabou, nada termina, como não desaparerceram as estruturas metálicas de Hiroxima, apenas perderam as características, e mudaram de forma.

O que podemos fazer se percebemos que uma ideia nossa que acarinhamos muito se está transformanpo de tal modo que a visualizamos dia após dia de modo distinto, e muitas vezes, emboara erradamente, pensamos que acaba?

Penso que posso construir várias respostas. O princípio que rege a ciência é o da incerteza, como posso eu, criar uma lei, ou vender uma teoria? Posso especular, encontrar meia dúzia de versões, justificar todas elas, ou adoptar aquela que mais me satisfaz, ou a que me parece mais próxima do que me parece verdadeiro. 

Penso, no entanto, que apesar de podermos perspectivar muitos caminhos, devemos perceber o grau e a importância que essa ideia tem em nós e para nós mesmos. Se lutar por ela vale a penna. Se desistir se afigura não uma derrota mas a certeza que uma luta não se justifica. E pode-se ainda, ficar atento, esperar prudentemente, afinal o tempo é a magia que tudo mostra. Ele vai certificar se  a metamorfose trás mais valias e o que era muito bom tornou-se excelente, e continua valendo e justifacando tudo o que somos capazes de dar, de lutar, para seguir merecedores de usufruir essa ideia na plenitude. Ou pode, ao invés, mostrar que algumas ideias, são como as demais coisas que conhecemos, e, infelizmente, podemos e devemos esquecer.












NÃO É CÃO NEM LOBO. SERÁ UM LOBISOMEM?



Biólogos não conseguiram identificar animal selvagem abatido por agricultor norte-americano. Parece um lobo, mas as características, como o tamanho das patas ou orelhas, gera perplexidade. Enquanto circulam teorias da conspiração, especialistas aguardam testes de ADN.

Não é cão, nem lobo. Será um lobisomem? Animal selvagem gera perplexidade

O aparecimento de um animal parecido com um lobo no estado norte-americano de Montana, nos Estados Unidos, está a intrigar biólogos e a gerar teorias da conspiração.
Tudo começou na semana passada, quando um agricultor da localidade de Denton abateu um estranho animal que se aproximava da sua quinta, o que, por lei, é legal naquele estado norte-americano.
O agricultor chamou depois as autoridades que ficaram perplexas com as características do animal. Ao contrário do que o homem pensava, não se tratava de um lobo. Mas também não é um cão. Até ao momento, os biólogos ainda não conseguiram perceber que animal é este.
"Não fazemos ideia do que seja. E não vamos saber até que cheguem os testes de ADN”, disse Bruce Auchly, responsável da Montana Fish, Wildlife and Parks, a associação que está a investigar o caso.
De acordo com os especialistas, os dentes e as patas do animal são demasiado pequenas para se tratar de um lobo, ao passo que as garras e as orelhas são maiores do que o habitual.
Enquanto o animal não é identificado, propagam-se as teorias da conspiração. Conta a BBC que circulam online informações de que o animal em causa pode ser um lobisomem, um urso pardo ou um lobo pré-histórico.

As dúvidas só serão desfeitas quando chegarem os resultados dos testes de ADN.
In MUNDO AO MINUTO 
https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1018379/nao-e-cao-nem-lobo-sera-um-lobisomem-animal-selvagem-gera-perplexidade