quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

SENHOR MINISTRO DA SAÚDE ACUDA ÀS GENTES ALENTEJANAS


A SAÚDE PÚBLICA ANDA À DERIVA

SEM REI NEM ROQUE FAZ O QUE QUER

AS HIERARQUIAS REGIONAIS ESCONDEM

PROTEGEM E SÃO CÚMPLICES

QUEM GARANTE A IMPARCIALIDADE

A LEGALIDADE E O CUMPRIMENTO DA LEI

AOS CIDADÃOS ALENTEJANOS?


HAJA QUEM DE UMA VEZ POR TODAS

FAÇA A DIFERENÇA, E DESCUBRA

A VERDADE, O QUE SE FAZ, E QUEM FAZ

QUE POSSA EXISTIR CONFIANÇA!









MAIOR SERÁ A VITÓRIA SE OS MALFEITORES SE UNIREM!


 "PARECE QUE SE UNIRAM PARA ME TRAMAR" 



OUTRO GRAVE EQUÍVOCO

GENTE ESTRANHA

A JUSTIÇA OS DESTROÇARÁ

E PAGARÃO, CADA UM, E TODOS,

PELA PARTE DE MALEFÍCIOS

E ILEGALIDADES PRATICADAS.

PARECE QUE A FRENTE LESTE E A FRENTE OESTE SE UNIRAM

ÓPTIMO, MAIS FÁCIL SE VISLUMBRA A FORÇA DO MAL

E SE PERCEBE OS MALES PRATICADOS, E POR QUEM,

E A JUSTIÇA FARÁ QUE CADA UM RESPONDA

PELAS SUAS DESUMANAS E ILEGAIS VIOLÊNCIAS










QUANTO MAIS, MAIS RENDE A POTÊNCIA DO BEM

E MAIS CLARA VAI APARECER A VERDADE

E AQUELES QUE FORJARAM TODO ESTE DESASTRE

NÃO ADIANTA GRITAR A QUEM SE FAZ SURDO...


...VAI SEMPRE FINGIR QUE NÃO, OUVE

É verdade que com o universo aparentemente imperturbável com os acontecimentos rotineiros que ocorrem na pacata e minguante região portalegrense, parece que tudo vai bem, e inevitavelmente continuará sereno, apesar de tudo indicar que vai continuar minguando e os que deveriam preocupar-se com isso, andam distaídos com os ritmos calmos da zona, e outros se aproveitam disso, explorando os incautos sonolentos, e daí tirando lógico benefício.

Apesar de Portalegre ser uma região onde ainda prosperam algumas características difusas do feudalismo, com a existência de senhores feudais, títulos e condados que passam de pais para filhos e famílias detentoras de quase tudo, os suseranos vivem felizes com os favores da nobreza, de quem são divertidos lacaios e agentes de diversão, e naturalmente os servos da gleba, seja na cidade seja nos campos, de nada contam.

E tudo estaria bem, Zeus não se incomoda com Portalegre para coisa nenhuma, se não fosse esta ilha cinzenta e trsite estar envolvida por mundos onde já se vislumbram outros traços civilizatórios. De Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas num plebiscito inimaginável os portugueses correriam a abraçar a coroa espanhola e os seus reis à simples promessa de equiparação salarial e aproximação gradual e sustentada na qualidade de vida. E os distritos que nos rodeiam, que já foram semelhantes ao nosso, por obra de escolhas mais esclarecidas, imagino, e de um povo mais liberto e mais atento, colocaram turbinas na maquineta e cada mês que passa se afastam de nós.

O zé povinho encolhe os braços, faz manguitos, e tanto lhe faz como lhe deu, e o poder estabelecido anda em folguedo pois tudo parece querer, não manter-se, mas voltar a trás. E o tempo volta para trás e o trabalho de sol a sol a troco de quase nada justifica o que os nobres investem em benefício, que dizem para os outros, mas que dividem entre si.

Naturalmente não tenho nada contra Portalegre, aqui viveram os meus avós, aqui nasceu e foi criada minha mãe, e eu desde que nasci, faz 60 anos, sempre aqui vim de férias, aqui estive a estudar, e por aqui permaneço, sem que perceba bem como, quando os de cá fogem a sete pés, sobretudo se têm qualidade e saber, vai fazer, como o tempo passa , uns 40 anos, 

Vive-se bem aqui. O ar tem qualidade, os engarrafamentos e a sinistralidade é reduzida, tem a serra, tem a fonte dos amores, a Estalagem na Serra, e uns acessos que não se recomenda melhorados pois mais facilmente provocariam viagens de partida sem regresso. E a cidade é linda, tem infraestruturas inteligentes como aquela espécie de rotunda quem vai da Frei Amador Arrais e encontra a estrada da serra, e quem sobe dos Assentos em segunda via e de repente em ultrapassagem a facha que parecia sua desaparece, e ultrapassando aquilo que é fizeram do Jardim do Tarro e da Corredoura uns tipos galácticos de campos verdejantes que não convidam os pachorrentos alentejanos às boas práticas como se vê nos países desenvoltos, dos desportos. Tantas saudades do que foi feito faz tanto tempo. Os conhecimentos eram menos mas o amor era infinitamente maior. As coisas faziam-se para deleite dos habitantes, e causauvam impressão nos que por cá passavam.

E a cidade cresce, cresce, que quem vitou Portalegre há 25 anos e agora regressa parece encontrar outro mundo. Mas, as estatísticas dizem que cada vez vive menos gente por aqui. Que muitos vão estudar para fora e já não regressam. Que isto é uma cidade de meia dúzia e não vale a pena lutar contra a maré.

É verdade esta cidade vai morrer se não se mobilizar um movimento de actualização da cidadania. Isto é, um movimento reformista inconformado que deseje aproximar-se, nunca do pelotão da frente - isso era o milagre do doutor Cavaco - mas do resto do país. O povo tem que acordar, bater os pés, dizer uns palavrões, dar umas cacetadas nuns e noutros, e tomar a cidade de assalto. A cidade tem que ser democratizada, não pode estar nas mãos de companheiros e amigos de partido, compadres e primos, gente de bem, que de tanto se fecharem, com receio do pequenito, aparentam em alguns casos sintomas graves de falta de visão, de autismo, desconhecimento de coisas simples como a moral, a ética e os valores de um estado de direito e democrático.

Basta um curioso investigar com tempo e cuidadosamente quem é e quem está nos comandos dos tachos públicos, e quem são os lugares tenentes, donde vieram, que concursos fizeram, como entraram, quem são, para perceber - como o senhor Aníbal também parecia detestar - uma cidade a duas velocidades.

Quem engrena na facha pirilampo tem mais ou menos o futuro assegurado, tem lugar certo, conhecimentos, vai ter emprego para o filho, a namorada do filho, a amante, e tudo corre às mil maravilhas. Quem não consegue ter luz própria vai ter que transitar na facha escura, já sabe que dificilmente tem acesso a um emprego jeitoso, leva a vida a pedir favores e a levar negas, vai para o desemprego, cai doente, vê-se grego para se aposentar, e sabe que será sempre tratado como refugo.

Eu, por exemplo, não entrei nem nunca quis entrar na facha um ou dois, sempre quis ter a minha liberdade. Quando cheguei a Portalegre já vinha de outro serviço público e por isso fui me aguentando. Vi na minha carreira de funcionário coisas que se soubesse escrever livros e contasse, mais de metade dos leitores cuidariam de ajuizar que nada do que narraria seria deste mundo ou que eu, como muito aspiram, vivo na lua, e digo coisas sem fundamento.

Por isso, tenho tido imensas lutas contra uma espécie de senhoritos feudais, e senhoritas, que mantêm a presunção mas não conhecem sequer a força de um varapau nos lombetes. Tentaram pôr-me as patas em cima, como vulgarmente se diz. Sem sucesso. Ainda nem o primeiro se ficou a rir. E agora, precisamente com 60 anos, dos quais 40 de trabalho, tive de me reformar por uma invalidez que foi criada em ambiente de trabalho, por perseguições de gente reles, incompetente, pérfida e má, e agora, que me apanharam sem forças caíram-me em cima - eu também adoro as coisas em grande - três médicos (para mim só depois de ver o diploma) de saúde pública que se lembraram por uma alma demoníaca que pulula por aí na cidade chateando toda a gente, vingar-se. 

Atacaram-me. Primeiro pensei que era três, depois pensei que eram quatro e agora já penso que são pelo menos uns seis ou sete. Mas todos caíram exactamente no mesmo erro, desentendidos de se meterem com gente capaz de lhes fazer frente e que os não teme, não estudaram nem como, nem quem era o inimigo. E toca de lhe cairem em cima como se fosse malhar num pobre de Cristo na beira de uma estrada.

Eu, vou dar conta deles. Crimes têm que se pagar, a justiça tarda mas não dorme. E tão lçadrão é quem entra na casa como quem fica à porta. E parece-me que os mais coitaditos ainda foram os que me assaltaram, enganados, para contentamento de quem instigou, e felicidade de quem está cumplice. 

Mas não tenham dúvidas, se aparecer morto em algum lugar, não foi esta gente. Isto é um bando de cobardes a quem eu se estivéssemos 100 anos atrás já tinha escovado a roupa com um cacete. Quando as coisas que não iam a bem iam a mal. Não, se aparecer morto é coisa de política internacional, o meu blogue em espanhol e dedicado à América latina está censurado na Venezuela. E os serviços secretos andam a brincar comigo ao gato e ao rato. E quanto mais me censuram mais coloco "postes" a chamar ditador e criminoso a esse louco desvairado do Nocolás Maduro. Orgulho-me por defender valores de liberdade e ter em conta uma educação que me foi dada onde existiam principios a seguir. Sempre lutarei pela liberdade. pela paz. pelos direitos humanos, pela verdade, e pela justiça. Esquecê-los é perder o ponteiro da bússula da vida que mais não merece ser vivida.

Há lutas que se tornam sagradas e mortes que são a eternidade.



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

TRANSPARÊNCIA E MORAL SEMPRE CAEM JUNTAS







Se, numa breve reflexão político-filosófica, percebemos que a moral é um conceito individual que o indivíduo assume na sua vida e o leva a tomar atitudes e comportamentos e a decidir, livre de julgamentos ou castigos, da censura de alguém, agindo como se fosse invisível, percebemos que uma sociedade onde a transparência vai sendo menor é porque oculta uma imoralidade nos seus membros que vai crescendo, e com ela um pilar vai enfraquecer na convivência, ou na qualidade das relações entre os membros da comunidade.

É uma má notícia. Mas do jeito que vejo funcionarem as Instituições, e analisando a falta de educação ética e moral cívico nos currículos académicos, tudo se vai conjugando para uma realidade cada vez mais visível, onde a moral é coisa do passado, a ética se tornou tão banal que não consegue estabelecer de modo aceitável e inteligente as balizas para que entre a sociedade se dê uma boa convivência, e as leis, muitas das vezes, acabam não servindo a própria justiça de tal modo se afiguram diferentes entre os cidadãos.

Este país está a precisar urgentemente de profundas reformas. As instituições estão anquilosadas, as metodologias não respondem às exigências da modernidade, a própria ideia de país estado está fora do contexto de um mundo que explode mudanças profundas a uma velocidade vertiginosa. O homem, esse, não me canso de dizê-lo tem de reinventar-se para que volte a ser o centro de tudo o que existe e não um servidor, escravizado, alegre com quiméricas ilusões como o consumo ou a democracia. O sistema político afasta-se das pessoas, os eleitos que nunca são melhores que aqueles que os elegem, são de uma pobreza profunda em quase todos os parâmetros; cultura, bom senso, experiência de vida, conhecimento do mundo e da vida reais, baixa tecnicidade e quase nulos conhecimentos científicos.

De tal modo a pobreza da nossa classe política é tão evidente que se não estivessem protegidos por uma incapacidade, para responder pelos seus actos na governação, grande parte deles, teriam de passar por julgamentos na justiça e explicar como colocaram impunemente este país nas misérias mais rudes que existem, a moral, a ética e a económica. Arruinaram o país, como se estivessem a jogar o MONOPOLY, e arrastaram nesta fatalidade sem culpados, os que se arrastam, destruíram a classe média, e comprometeram o futuro das gerações que deviam crescer num ambiente socialmente estável e equilibrado..


Alerta TIAC - Portugal volta a cair no Índice de Perceções de Corrupção da Transparency International





Caro/a Pedro Manuel Alcobia da Cruz


Portugal volta a cair no Índice de Perceções de Corrupção da Transparency International

Ranking global revela ligação entre corrupção sistémica e desigualdade social

Lisboa, 25 de Janeiro de 2017 – Portugal perdeu um ponto e um lugar no Índice de Percepções de Corrupção de 2016, publicado hoje pela Transparency International, rede global de ONG anticorrupção representada em Portugal pela Transparência e Integridade, Associação Cívica (TIAC). O país obteve no índice de 2016 uma pontuação de 62 pontos em 100 – numa escala em que 100 significa “muito transparente” e 0 significa “muito corrupto”. Portugal está agora na 29ª posição no ranking, tendo perdido um lugar em comparação com o ano passado, quando tinha obtido 63 pontos.

«Naturalmente, uma variação de um ponto em 100 não é estatisticamente significativa, mas este resultado revela que Portugal está estagnado no combate à corrupção. Nos últimos cinco anos, o nosso score não variou dos 62 ou 63 pontos. Cada ano que passa tem sido uma oportunidade perdida para fazer avanços no combate à corrupção e ganhar a confiança de observadores e investidores estrangeiros, tão necessária à nossa recuperação económica e desenvolvimento social», apontou a Direção da TIAC, numa leitura dos resultados. «Sem esse progresso no combate à corrupção, continuaremos condenados à anemia económica e incapazes de atrair verdadeiro investimento estrangeiro, que de facto crie emprego e riqueze e não se limite à especulação ou ao branqueamento facilitados por programas como os vistos Gold, que têm um impacto muito reduzido na criação de emprego, na inovação ou na criação de valor».

O Índice de Perceções de Corrupção, publicado anualmente pela Transparency International, é o principal indicador global sobre os níveis de corrupção no sector público de cada país, medidos a partir das percepções de especialistas externos e de organizações internacionais. Dinamarca e Nova Zelândia (90 pontos em 100) são os primeiros classificados, seguidos da Finlândia (89 pontos). O pior classificado é a Somália (10 pontos), antecedida do Sudão do Sul (11 pontos) e Coreia do Norte (12 pontos).

«A estagnação de Portugal não pode satisfazer-nos, sobretudo sabendo quanto as percepções de corrupção influenciam a confiança operadores económicos e inibem o investimento. Numa altura em que temos no Parlamento uma Comissão Eventual dedicada ao reforço da transparência na vida pública, precisamos de aproveitar esta oportunidade para não só reforçar a regulação mas sobretudo implementar mecanismos eficazes de monitorização e controlo que garantam a defesa intransigente do interesse comum nos negócios públicos. De nada vale alterarmos as regras se depois não investirmos na sua efetiva aplicação», disse a Direção da TIAC.


Corrupção e desigualdade são faces da mesma moeda

Em termos globais, o Índice de Perceções de Corrupção de 2016 revela a ligação próxima entre corrupção sistémica e desigualdade social. Dos 176 países analisados, 69% estão abaixo dos 50 pontos. Pior do que isso, foram mais os países que pioraram do que aqueles que melhoraram o seu desempenho.

Escândalos como os “Panama Papers” mostraram que é ainda demasiado fácil para os ricos e poderosos do mundo explorarem em proveito próprio a opacidade do sistema financeiro global, enquando as populações mais frágeis são castigadas pelo agravamento do desemprego, pelo aumento da fatura fiscal e pela diminuição dos serviços sociais. É essa gritante desigualdade que tem alimentado políticos populistas um pouco por todo o mundo – políticos que, prometendo combater a corrupção sistémica, colocam pelo contrário mais riscos ao funcionamento das democracias.

«Em países com lideranças populistas ou autocráticas, vemos com frequência democracias em declínio e tentativas de atacar a sociedade civil, limitar a liberdade de imprensa e enfraquecer a independência do poder judicial. Em vez de combaterem o capitalismo de compadrio, esses líderes geralmente instalam formas ainda piores de corrupção sistémica», disse o presidente da Transparency International, José Ugaz. «Só assegurando a liberdade de expressão, a transparência dos processos políticos e instituições democráticas sólidas é possível à sociedade civil e à imprensa responsabilizar os políticos e combater com sucesso a corrupção». A classificação no Índice de países como a Hungria ou a Turquia, que têm assistido à ascenção de lideranças autocráticas, tem registado uma tendência de queda. Em contraste, a Argentina, que recentemente substituiu um governo populista, está a começar a recuperar.

O Índice de Perceções de Corrupção 2016 pode ser consultado em: http://www.transparency.org/news/feature/corruption_perceptions_index_2016#table




SE NÃO HÁ INTERESSE NÃO NOS VAMOS ENGANAR MAIS...


 MAIS DE UM ANO É DEMASIADO TEMPO
 NO PASSADO A ESPERA FORAM TRÊS ANOS

 SEMPRE MOSTRAM UMA VONTADE IMENSA
 E TUDO VAI SE RESOLVER COM PRIORIDADE
 DEPOIS, AO INVÉS, TRAVÕES A FUNDO
 PERDE-SE O PROCESSO, NÃO SE ENCONTRA,
 ENCONTRA-SE MAS PERDE-SE DE NOVO,
 DEPOIS SÃO MAIS FORMALIDADES

 E O DESGRAÇADO É SEMPRE O MESMO
 SEMPRE ELE, ELE E O KAOS.

 QUANTO TEMPO MAIS VOU FICAR À ESPERA?
 SEMPRE FALTAM COM A PALAVRA
 LIDAR COM UM PROBLEMA
 NÃO É BRINCAR COM QUEM CRÊ
 QUE LIDA COM GENTE COM CARÁCTER
 COM GENTE DE CUMPRIR 
 ESTA ANORMALIDADE TEM QUE CAIR

 NÃO TENHO OUTRA SOLUÇÃO
 ABDICO DE QUALQUER ACORDO
 AGORA O DESINTERESSE É MEU
 EMBRULHA-SE NA CONFUSÃO
 E NOS PREMEDITADOS DELITOS
 A FRENTE LESTE COM A OESTE

 ALGUÉM COM O PODER DE DECIDIR
 CUIDE DE ESTABELECER A JUSTIÇA
 E DAR A CADA UM O QUE É SEU
 E APLICAR O DIREITO.











terça-feira, 24 de janeiro de 2017

ESTOU SEM PACIÊNCIA, AINDA MANDO O ACORDO ÀS MALVAS


 O FUTURO RESOLVERÁ A SITUAÇÃO 
 E EU FICO EM PAZ 




TENHO COMPILADA DOCUMENTAÇÃO ACESSÓRIA PARA ENVIAR AO MINISTÉRIO PÚBLICO


E ESTOU DEPENDENTE DA FRENTE LESTE
QUE PARECE INCAPAZ DE DECIDIR
SE CUMPRE OU NÃO O QUE DEVE E COMO DEVE
NÃO DISCERNINDO QUE NÃO TEM EM MÃOS
UM SIMPLES ACTO ADMINISTRATIVO
MAS UMA ESCOLHA ENTRE A TRANQUILIDADE
DE UM PROCESSO QUE ADMITIMOS TER ENCALHADO
NA COMPLEXA E PESADA MÁQUINA DE PROCEDIMENTOS
OU TER QUE ASSUMIR  ESSA E OUTRAS RESPONSABILIDADES


QUEM PODE MANDA
MAS EU NÃO VOU ESPERAR MUITO MAIS



















segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

QUANDO SE ESQUECE O DEVER SER, A PALAVRA DADA, E O TEMPO PASSA...


...CRIAM-SE LEGÍTIMAS DÚVIDAS
SOBRE A BOA FÉ E A VONTADE
DE CONCRETIZAR ACORDOS,
SE COM TODA SEGURANÇA
SE PROCURA CONCRETIZAR A PAZ
OU SE TENTA ILUDIR AS COISAS
TENTAR GANHAR TEMPO
PARA NADA SE FAZER...

A FRENTE OESTE ESTÁ SILENCIOSA
ORA ANDA ORA RECUA
ORA TUDO QUER E DEPOIS PÁRA,
DEVO DECIDIR RAPIDAMENTE 
DA NECESSIDADE DE TOMAR MEDIDAS
E, SIMPLESMENTE ABANDONAR
O PROJECTO DE PAZ
E AVANÇAR COM A GUERRA!

HÁ GENTE QUE SÓ CONHECE A FORÇA
ISSO É O QUE TEMOS DE MAIS
TEMOS A FORÇA DA RAZÃO
E A CERTEZA INEQUÍVOCA
DE TRAVAR UMA INDESEJADA GUERRA
SIMPLESMENTE PARA ALCANÇAR 
UMA PAZ QUE SE PODIA OBTER
COM UMA SIMPLES CONVERGÊNCIA

DE DESEJOS E VONTADES!