terça-feira, 5 de junho de 2018

COMO CHEGAR SE CONTINUO À ESPERA DE PARTIR?




Se não partir nunca irei chegar. 
Quero partir e quero chegar a qualquer lugar. 
Mesmo a um que não existe mas que o possa vivenciar em meus sonhos. 
"A tua fé move montanhas". 
O poder que Deus me deu utilizado com inteligência permite-me viajar e edificar o meu lugar onde quer que o queira fazer. 
E ali, como Ulisses na sua praia de Ítaca, ser feliz. 
Tudo está em nós. 
O divino está em nós.
Porque temos de abraçar infelicidades e energias negativas se isso mais não é que obstaculizar a caminhada imortal rumo aos fins dos tempos. 
As guerras e as lutas devem ser travadas quando vale a pena. 
E a maior parte das vezes não vale. 
Tenho saudades do futuro. 
Não é absurdo dizê-lo. 
Einstein dizia que passado, presente e futuro são apenas conceitos. 
E eu, depois de navegar num passado semeado por tempestades, e tantas vicissitudes, estando num presente que parece um imobilimo mórbido, só posso ter saudades do futuro, desse mundo que eu já imaginei, e vou desfrutar. 
É tempo de deixar a humanidade cuidar de si. 
É tempo de deixar os religiosos, os políticos e os senhores do mundo acabarem de destruir o que começaram faz bastante tempo. 
É tempo de perceber que os dois amores essenciais existem em mim e os outros apenas me destruiram,.O amor divino e o amor por mim próprio, determinem e garantem a felicidade.
Os demais os deixo livres, à solta. e seja o que Deus quiser, mas não os buscarei. 
Tenho vontade de partir. 
Estudarei o rumo, o lugar, e a hora certa de embarcar na viagem.




segunda-feira, 4 de junho de 2018

PORQUE SERÁ QUE O GOVERNO ANDA DE OLHO EM MIM? DE QUE TEM MEDO? O QUE QUER SABER?



Cópia adaptada (foto recortada) da minha rede social do Linkedin. A República Portuguesa (sim, leram bem, não desviem para a Coreia do Norte ou para o Sudão) anda de olho num cidadão, e o fiscaliza nas redes sociais.

Sinto-me honrado. Não sou um cidadão qualquer. Nem criminoso. O Governo terá medo de quê? E tem razões para ter medo? A prudência aconselha, principalmente quando a consciêmcia não anda tranquila e o artista não tem medo. 

E não tem... nenhum. Tenho documentos em minhas mãos que podem derrubar todos aqueles que sustentam ideias de democracia, de estado de direito, de justiça, de igualdade de oportunidades, de perseguições, de uma administração pública ridícula e hilariante - perigosa muitas vezes como se viu no caso dos incêndios - e, gestores e autoridades públicas que deveriam ser pagas para nada fazerem, pois sofrem de debilidades tais que inquinam a boa convivência social, estragam o país e mostram o pior que a natureza humana pode ter.

Não sei o que o Governo quer agora quando eu dei o meu caso por encerrado. Perdido, encerrado, documentos todos guardados e arquivados. Amor e paz.

De todo o modo, devo publicar, pois o Governo, seja quem for, e as outraqs altas instituições do estado que se deixaram enredar no meu caso, andaram mal. E provo isso quando quiser, onde quiser e como quiser.

Vou transcrever o que publiquei ontem no meu FACEBOOK, os que me fiscalizam têm assim o trabalho facilitado. E adoro que as pessoas saibam o que faço, onde ando, os passos que dou, que não os temo, e que posso até, arrancar com um projecto tenebroso e provocador nas redes sociais para criar um novo partido, populista como diz o professor Marcelo, mas apenas pois cuidará de mudar tudo, e não de governar. 

Não quero, e nunca vou querer ser político. Isso dá-me náuseas. E quero até morrer me olhar no espelho, tranquilo e feliz. Ou ser morto em algum lugar. A vida é uma passagem, e estou preparado todos os dias para partir.






"Les femmes n`aime pas les hommes annonymes" (As mulheres não gostam de homens anónimos). 

Nem os Governos quando lhes pesa na consciência a insanidade e a falta de justiça e democracia. 

Depois, quem não deve não teme. Eu não preciso investigar o Governo, ele faz o que quer e lhe apetece e tudo roda. 

Já o Governo não pensa assim, não gosta dos que pensam, dos que reclamam, dos que não temem. 

E então o meu Governo, o Governo de Portugal (não estou a falar na Coreia do Norte, atenção, entenda-se), anda de olho em mim. 

Do que tem medo? O que procura saber? Acho até que isso tem a ver com uma carta, opssssssssssss vão anos, em que uma determinada entidade me remete uma informação do Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, sobre o meu caso. 

Obviamente uma revelação trsite, de gente pobre de inteligência e sem qualquer classe. É a democratização dos governantes, qualquer um pode ser. Os cursos compram-se. A moral não existe. A ética desconhece-se. 

E o meu caso e a minha luta de anos foi até aos tribunais e ao Presidente da República. 

Se eu fosse professor - Deus me livre - diria que não podia aprovar nenhum, reprovariam todos. Uns fraquinhos, outros muito fraquinhos e no fim da tabela uns criminosos. 

Em fim, para juntar à semana em que na Polícia - tive que lá ir tratar de assunto de meu interesse - descobri que estava dado como desaparecido desde 2014. 

Fantástico. 

E vivo numa cidade de 20.000 habitantes, vou almoçar todos os dias à Segurança Social, tenho conta Bancária num banco da cidade, faço as minhas compras nos supermercados da cidade,...

Há quatro anos desaparecido. 

A polícia até nem está mal, provavelmente está uns passos à frente da justiça, que ainda não consegui encontrar e dos governos que podiam estar à frente de um pequeno país maravilhoso, de gente boa, que podia ser próspero, mas infelizmente só conseguiu ser grande quando teve homens grandes ao leme do seu destino.

Agora, por aqui é tudo infelizmente muito pequenino.

Já agora, pedia o favor de não andarem a remexer em tristezas antigas. Eu perdi, a justiça perdeu, a democracia perdeu, os políticos perderam, e os prejuízos que tive - e que aumentam cada mês que viva - chegam-me.

Quem me prejudicou, digo como um velho polícia dizia de um doutor do antigo regime, esse(s) senhor(es) pode(m) urinar para cima de mim, eu vou agradecer.


domingo, 3 de junho de 2018

O ABSURDO E O HORRENDO PODEM CONSTRUIR PRIMAVERAS



840.000 suicídios por ano no mundo.

11.680 no Brasil.

E por cada suicídio dezenas de tentativas são goradas. 

E quantas pessoas mais desejam morrer mas permanecem vivas?







Honestamente, isto só acontece porque o mundo se tornou um inferno, as pessoas perderam o sentido do real, cada um olha para si mesmo e não quer saber do problema do seu vizinho, nem do seu amigo, muito menos daqueles que lá longe, morrem de fome, não têm casas, trabalham 16 horas por dia em condições de trabalho indignas e recebem salários de miséria.

Num mundo perfeito, ninguém se lembraria de suicidar-se. E, exepcionalmente um suicídio seria uma tragédia de proporções gigantescas, que ia despertar o interesse de estudiosos, de cientistas, dos que se debruçam sobre problemas de saúde e dramas sociais.Num mundo em que o homem seja o centro do universo conhecido, cada ser humano é um ser absoluto, divino, filho de Deus, é amor, não pode conceber-se que se queira matar. Em condição alguma.

Se um ser humano apresentar um problema que o faça pensar num suicídio, esse pensamento justificaria estudos e demandas e tornar-se-ia um problema não daquele ser, mas da própria sociedade. É que o fim maior do homem é dar condições aos outros para que possa desfrutar de uma vida digna.

Numa utopia - e tudo o que temos já o foi - cada homem tem direito a saúde, educação, casa, alimentação, acompanhamento especializado se tem algum problema, atenção e ligação aos outros com quem se envolve socialmente.

No mundo que a inteligência humana edificou provavelmente mais de um milhão de pessoas se suicidam anualmente, umas 40 vezes mais o tenta fazer, e admito que um número idêntico martela na cabeça de muitos que, indiferentemente, nada fazem, nem tentam.

Num tempo em que se discute a eutanásia e se dividem tantas doutas opiniões, quando na minha humilde opinião o assunto é de consciência, e de tal modo pessoal, que não pode em caso algum ser decidido por parlamentos, nem representações, a morte assistida, normalmente por situações de sofrimento terminal em vida levanta polémicas e vivos debates.

Pode uma bondosa senhora, próspera, com acesso aos melhores cuidados médicos privados, votar contra o desejo de um desgraçado que sofre horrivelmente e deseja por tudo pôr-lhes definitivamente termo, - e a morte deve ser um direito tão sagrado para o homem como a vida - vir falar em demagogias, em direitos constucionais, em direitos humanos. E no hábil artífício que é cuidar dos cuidados paliativos de modo a que o moribundo não sofra e morra feliz, - o que é o mesmo que prometer casas para todos, e educação ao povo, igualdades de oportunidades - um ser feliz, vai decidir sobre a vida de outrém que passa por momentos inimagináveis de sofrimento, desespero, angústia e revolta. Parece-me uma obscenidade.

Volto a referir num mundo perfeito, sim, um suicídio deveria reunir a inteligência para estudar o que aconteceu, e as causas, e tomar providências para que não ocorresse mais.

No nosso mundo a eutanásia é pouco mais que a inteligência, os dogmas, as políticas e os interesses a determinar se o desgraçado pode norrer e fugir ao sofromento, ou se ao invés, se lhe pode dar a oportunidade, por decisão sua da pessoa acabar com o sofrimento.

Eu, que tenho pavor à inteligência absolutamente irracional que vem governando a terra, até admito o suicídio como a maneira mais eficaz de mudar o mundo. Seria um suicídio simples e por amor. Até que ninguém mais precisasse de pensar em suicidar-se. Como assim?

Imaginem que todos os desencantados deste mundo, repentinamente viam reconhecido o direito de colocar termo à vida por decisão sua. Imediatamente veriamos a nível mundial um verdadeiro exodus para o desconhecido, que sempre pode ser bem melhor que o mundo que temos aqui para viver, e digamos num ano, com condições de morte realmente humanizadas e dignas se suicidariam muitos milhões de indivíduos. 

E quando falo em condições humanas e dignas não falo - isso é só para despistar e dar algum relevo à classe médica, obviamente a mais interessada em ter muitos vivos, sobretudo doentes, e mais ainda doentes crónicos e mais crónicos e que durem, durem, e durem... a sofrer e a dar-lhes lucros - em colocar ninguém sob problemas de consciência, nem a violar princípos. Falo na construção de salas confortáveis - para muitos seria o momento confortável em vida - onde pudessem tomar um comprimido, ou outro produto, enquanto em simultâneo, e sem dor, estavam na posição mais cómoda imaginada, podiam ouvir as suas musicas mais belas e visualizar o que o mundo tem de belo e nunca lhes pertenceu. A morte, seria como que um adeus ao inferno, passando por um lugar onde lhes era facultado amor, atenção, comodidade e até luxo, para partirem para o reino do desconhecido.

Deus que eu saiba nunca falou e ninguém o viu. Mas Cristo veio explicar como o amor e o perdão levam à eternidade. E, não matarás, é uma questão de direito natural, não deve o homem tirar a vida a outro homem. Tirar a sua própria vida é uma questão acima da sociedade, tem a ver com o livre arbítrio que Deus deixou ao homem, isto é, a sua liberdade de escolher e decidir. E se nem Deus nem os anjos interferem no livre arbítrio, porque hão-de interferir os homens?

Uma morte destas, pode ser amor, já que todos estes seres lhe viram negados todos os cuidados mais básicos que deveriam ter tido, e por fim, mereceram a atenção da sociedade lhes permitindo, já que não os cuidam, que partam em paz. E pode ser perdão, que sempre está ligado ao amor. Para com quem os desprezou, espezinhou, e tratou como animais, ou pior. Provavelmente ouvindo a Avé Maria de Schubert, até o mais humilhado teria dó de tantos criminosos que comendam o mundo. E lhe perdoaria com a benção da viagem.

Tudo isto é imaginário. É fantasia. É loucura. Mas aos que governam o mundo, estas mortes, esta liberdade de morrer, tornar-se-ia mais impactante que a Revolução Francesa, o fim da escravatura, ou a emancipação dos povos. Quem ia fazer os trabalhos que ninguém quer? Quantas pessoas deixavam de comprar tecnologia? Quantos votos deixavam de cair nas urnas e para que lado ia pender o grau de exigência popular? Quem ia povoar regiões que provavelmente em poucos anos ficariam desertas? A quem é que a indústria farmacvêutica ia vender os seus produtos? E o que fariam os padres, os políticos, os médicos e muitos outros homens eleitos?

Não, decididamente é melhor deixar tudo como está. O povo pode sofrer. Se um rico desejar morrer facilmente vai a um país onde a morte é legal. Mais uma vez a igualdade de oportunidades é fantasia. Não decididamente em nome de uma moral, num mundo em que já nem se sabe o que isso significa, vai justificar a promazia dos interesses e o status quo, na irracionalidade do individualismo, do divertimnento e do consumismo.

Podem-se suicidar livremente. Como é um acto de muita violência apenas uma percentagem resulta. E o mundo continua. Quanto aos doentes, meu Deus, não ataquem os médicos nem a indústria farmacêutica. Era o fim do mundo.

Em conclusão, a liberdade de morrer, de acordo com o desejo e a vontade de cada um, seria um salto gigantesco no progresso. Como já foi a escravatura (antes matava-se o inimigo derrotado), e a seguir, o seu fim. É que os resultados seriam tão gravosos que a sociedade teria de agir para sobreviver, e isso passaria inevitavelmente, por uma revolução geral, onde o suicídio deixaria de fazer sentido. A inteligência e a vontade iriam trabalhar para mortes efectivamente tranquilas e cuidadas para os doentes, e vidas dignas para os que têm na terra vidas absolutamente inaceitáveis que deveriam envergonhar o homem.




KAMPUS LIBERTATIS, O MEU BLOGUE CRIADO PARA A GUERRA E RENDIDO AO AMOR, AO DIVINO, AO EU SOU



   www.kampuslibertatis.blogspot.com   

SE VOCÊ CAIU, LEVANTE-SE



Na guerra, não é tão grave cair quanto permanecer caído.

Grave não é ser ferido na guerra, mas desesperar-se depois de receber o golpe e não cuidar da ferida.


Não há poções mágicas, nem mecânicas milagrosas que curem ou substituam peças danificadas. 


A ferida pode matar, levar tempo e ser de difíl cura, ou facilmente sicatrizar.


Não há um manual de instruções ou de utilização de um guerreiro caído, um homem caído ou um anjo caído, numa batalha, cansado, destroçado, ferido.


Nos homens, guerreiros ou não, cada um é igual a si mesmo e tem de procurar a cura para a sua ferida. 


Custe o que custar, leve o tempo de for necessário. 


Ajudará neste período de recuperação que lhe não falte amor, apoio, conforto, respeito pela sua condição, compreensão e tolerância.


Alguns, mesmo que não venham a morrer, podem ficar destrruídos para sempre. Não será motivo de despreso nem se tornaraão lixo. Podem ter perdido a graça, a alegria, a determinação, podem se arrastar, serem incompreendidos, mas continuam homens.




sábado, 2 de junho de 2018

SÓ O AMOR NOS PODE SALVAR. O AMOR AUTÊNTICO...


Acredite no amor. Jesus Cristo não tinha biblioteca ao que parece e não precisou de livros para ter deixado a maior lição de moral, de ética e de filosofia da história do mundo. 2000 anos depois, caíram impérios, dogmas, leis, o mundo e o homem foram mudando, mas apesar de muito maltratado, o amor ainda é a coisa mais bela conhecida. Uma noite de amor vale mais que qualquer curso superior tirado nas melhores universidades do mundo. Não falo de uma noite de sexo, nem de uma noite de aparência de amor, falo de um amor autêntico. Esses momentos irão marcar sua vida e lhe mostrar que existe magia que não dominamos dentro de nós. E nós mesmos somos um milagre. Divino, de energia, de tudo o que quiserem, mas sobretudo de amor.